O técnico Dunga concedeu uma entrevista ao programa "Painel RBS", na qual expôs pela primeira vez os problemas que vive em seu lado pessoal. Habitualmente sisudo, Dunga se emocionou e ficou com os olhos marejados ao falar sobre o pai, que sofre há oito anos com o mal de Alzheimer. O assunto foi abordado voluntariamente pelo próprio Dunga, que respondia sobre a pressão que recebe por ser treinador da seleção brasileira. - Eu acho que isso (pressão) se resolve com trabalho, não tem outro jeito. Não existe pressão maior do que a minha mãe sofre. Faz oito anos que meu pai tem mal de Alzheimer, e em nenhum momento ela fraquejou. Então não serei eu a fraquejar. Podem falar o que quiser, não existe nada pior do que isso - disse o treinador da seleção, muito emocionado.
Por Globoesporte.com
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quinta-feira, 14 de maio de 2009
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Uma homenagem para Bill Connelly
Bill Connelly foi uma figura importante nos Estados Unidos no que diz respeito à abordagem teorica e prática dos animais de estimação em apoio aos idosos, tanto sadios, quanto com algum grau de patologia. Em 1990, Bill iniciou o projeto "Jeff's Companion Animal Shelter", ou "Abrigo para Animais - Companhia do Jeff", cujo objetivo era promover a adoção de animais por pessoas idosas para aliviar a carga do envelhecimento. Bill também foi diretor de Assuntos Científicos da Casa Farmacêutica Sandoz (atual Novartis).O nome da instituição foi uma homenagem que Bill fez para seu primeiro cão, Jeff, um border collie que foi resgatado de um abrigo de animais. Connelly e seu cão promoveram o relacionamento entre cães e seres humanos em todo o país, e Jeff se tornou o mascote nacional para a Associação de Alzheimer dos Estados Unidos.
Bill Connelly faleceu inesperadamente em 1996 aos 55 anos de idade. Uma semana depois morreu seu cachorro Jeff. Dois anos depois, após sete anos de atividades, Jeff's Companion Animal Selter fechou suas portas.
Conheci Bill em 1985 no XIII Congresso Mundial de Gerontologia em Nova Iorque. Entre 1989 e 1993 estivemos próximos na organização do XV Congresso Mundial de Budapeste, quando ele organizou uma mesa redonda sobre animais de estimação, discutindo o aumento da qualidade de vida dos idosos e de suas famílias. Nessa ocasião pude testemunhar o quão bem treinado era o "Jeff", que ficou por duas horas imóvel "assistindo" a apresentação. Em 1994, Bill esteve aqui em Belo Horizonte, no nosso X Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, abordando o mesmo tema.
Bill era uma pessoa marcante e cheia de vida, que deixou um precioso legado. Também mantenho a imagem do "Jeff" viva aqui em casa, pois o meu schnauzer Spike teve uma filhote que dei o nome de Jeff. Ao contrário do Jeff original que tanto me impressionou ao ficar imóvel por duas horas seguidas, o meu não fica quieto nem por um minuto...
Fico pesaroso que a Instituição encerrou suas atividades em 98, mas ele vive através dos amigos. Nós tentamos criar o eterno, mas somos finitos.
por Dr. FLÁVIO CANÇADO
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Inspiração
Bombeiro reaprende a falar com papagaio
Mais um post para discutir a importância do animal de estimação... esse é realmente surpreendente!Um bombeiro que havia perdido a fala num acidente de trânsito reaprendeu a usar as cordas vocais com a ajuda de dois de seus papagaios. De acordo com o diário britânico Telegraph, Brian Wilson, de Maryland, nos Estados Unidos, havia perdido a habilidade de falar há 14 anos, mas as conversas diárias com seus animais de estimação deixaram perplexos os médicos - que acreditavam que o homem nunca mais voltaria a dizer uma palavra.
“Subitamente, eu comecei a pronunciar uma palavra, depois duas, depois mais”, afirma Wilson. Para mostrar sua gratidão aos pássaros que o ajudaram na reabilitação, o norte-americano prometeu cuidar de animais abandonados pelos donos. O homem já divide sua casa com cerca de 80 pássaros, de cacatuas brancas a araras coloridíssimas. Ele ainda construiu uma fundação, chamada Wilson Parrot Foundation, que oferece os serviços dos pássaros para entretenimento em festas de aniversário e eventos corporativos.
do BLOG da Globo Rural
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terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Mensagem da Equipe
Mais uma vez o Residencial Sênior dando um show de qualidade!
Além dos textos excelentes, do espaço da arte - aguardo ansiosa o dia de Van Gogh -, do passatempo - o Sudoku é sempre bem-vindo - , e das últimas nóticias sobre saúde no mundo, o blog está bonito, elegante, fino e inteligente!
Parabéns pela iniciativa.
Suzana Macedo
Gerontóloga
Além dos textos excelentes, do espaço da arte - aguardo ansiosa o dia de Van Gogh -, do passatempo - o Sudoku é sempre bem-vindo - , e das últimas nóticias sobre saúde no mundo, o blog está bonito, elegante, fino e inteligente!
Parabéns pela iniciativa.
Suzana Macedo
Gerontóloga
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Qual é o segredo da longevidade?

José Medina, 112, parou de beber aos 106. De vez em quando, ainda toma "um puro" (aguardente), mas não mais de um por dia. Fuma, mas muito menos do que quando "era jovem" -ali pelos 70 anos. Aos 112, não conseguiu largar o chamico, cigarro feito com uma erva alucinógena.Medina vive em Vilcabamba, um povoado com cerca de 4.000 habitantes no interior do Equador ( 650 km ao sul da capital, Quito) que a paranóia pela vida saudável ainda não encontrou. As condições sanitárias do local são um desastre -na maioria das casas, não há esgoto nem água encanada. Seus habitantes fumam, bebem álcool, comem muito sal, tomam muito café, usam drogas. E são um dos povos com maior proporção de pessoas centenárias no mundo -cerca de dez vezes mais do que a média. Centenários e saudáveis. Por ali, é comum encontrar idosos de 110, 120 anos. Lêem sem óculos, conservam os dentes originais. A maioria ainda trabalha e tem vida sexual ativa. Os cabelos ficam brancos quando chega a idade, mas depois voltam à cor natural, sem explicação. E, ao contrário da maioria dos lugares do mundo, os homens vivem mais do que as mulheres."Alguma coisa estranha acontece em Vilcabamba", diz o médico e escritor argentino Ricardo Coler, um entre tantos profissionais que foram à cidade em busca de uma explicação. Sobre o mistério, ele escreveu "Eterna Juventud - Vivir 120 Años" (editora Planeta, sem previsão de lançamento no Brasil), em que relata histórias como a de José Medina.São várias as teorias que tentam explicar a longevidade saudável dos habitantes de Vilcabamba. Cientistas americanos afirmaram que era a composição da água que bebem. Franceses atribuíram o fato ao clima da região. Outros dizem que é o ar, a alimentação saudável à base de milho, batata, vegetais e pouca carne ou a vida tranqüila. Nenhuma explicação foi comprovada até hoje."Estudei a água de Vilcabamba, e sua composição se parece bastante com a água que se bebe em Buenos Aires", diz Coler, que também exclui a possibilidade de a longevidade ser genética. "Até os cachorros vivem mais, cerca de 25 anos. Ninguém descobriu a causa, senão já estaria rico."
O problema é que Vilcabamba carrega em si uma contradição. Apesar de viverem 120 anos e de não ficarem doentes, a conduta de seu povo está distante de ser regrada e a preocupação com a saúde passa longe de suas roças, puros e chamicos. O chamico é uma planta tóxica e alucinógena, também chamada de erva do diabo, que antigamente era usada por xamãs e indicada para acalmar dores fortes, como a do parto. "Seus primeiros efeitos podem ser comparados com os da maconha; depois de algumas tragadas, somam-se os da cocaína", explica Coler. "Traz alucinações, pensamentos fantásticos, perda de memória, excitação e fúria." Em Vilcabamba, virou hábito diário."Aos amantes da virtude é insuportável que os vilcabambenses vivam mais tempo e em melhores condições que os que não têm vícios. Parece injusto", afirma Coler. "Nada do que eles fazem é recomendável."Um médico que foi estudar aquele povoado saiu de lá sem grandes conclusões e a única mensagem que deixou para aqueles senhores foi: "Não comam sal". Os longevos, é claro, ignoraram o conselho.Como agir sem regras a seguir? É difícil, acredita Coler, numa época em que a medicina ocupa um lugar muito parecido com o que já teve a igreja. "Se você segue suas vontades, paga com a doença. Sempre estão o castigando com o que você faz. Quem pode discutir hoje um conselho médico? Se a medicina diz, é verdade."
O médico está menos preocupado em encontrar a razão para a longevidade dos cidadãos de Vilcabamba do que em buscar fundamentos para a sua idéia da velhice como uma doença, entre tantas outras."Dizer que é normal e que todo mundo envelhece, mesmo que não pareça, é uma forma de pensar. Uma posição filosófica". Parece que em Vilcabamba há uma espécie de antídoto que produz uma melhora."Ele cita estudos que determinam que há cerca de dez causas de ordem molecular que provocam envelhecimento e sobre as quais em algum momento será possível atuar."Então os 120 anos que até agora são um limite podem se converter em 150. Velhice e morte deixarão de ser palavras absolutas", acredita.Em Vilcabamba, conta Coler, as pessoas não sofrem durante anos com doenças. Um dia, sentem-se mal e morrem. "Gostaria que meu pai pudesse ter tido uma velhice como a de um deles. Seria bom se todos os problemas da idade não se estendessem, se juntassem por um período curto no final da vida", afirma Coler, que, enquanto conhecia os saudáveis idosos equatorianos, tinha que administrar as idas ao hospital e as enfermeiras dos pais, "apenas" octogenários, mas doentes e dependentes.Para ele, quando -e se- a fórmula da fonte da juventude do povoado equatoriano for descoberta, talvez ela até possa ser distribuída. Mas, enquanto a água ou o ar vilcabambenses não chegam pelo correio, é melhor prevenir."O que hoje funciona é a prevenção. Mas prevenir muito tem algo de perverter um pouco", escreve Coler. "Tomara que em Vilcabamba exista outra possibilidade, a de viver mais sem se mortificar tanto."
[...] APENAS COMER 30% MENOS DO QUE DEVERIA GARANTE VIDA MAIS LONGA, DIZ O MÉDICO E ESCRITOR RICARDO COLER; OS LONGEVOS SÃO SEMPRE GENTE MAGRINHA
ADRIANA KÜCHLERDE, de BUENOS AIRES
O problema é que Vilcabamba carrega em si uma contradição. Apesar de viverem 120 anos e de não ficarem doentes, a conduta de seu povo está distante de ser regrada e a preocupação com a saúde passa longe de suas roças, puros e chamicos. O chamico é uma planta tóxica e alucinógena, também chamada de erva do diabo, que antigamente era usada por xamãs e indicada para acalmar dores fortes, como a do parto. "Seus primeiros efeitos podem ser comparados com os da maconha; depois de algumas tragadas, somam-se os da cocaína", explica Coler. "Traz alucinações, pensamentos fantásticos, perda de memória, excitação e fúria." Em Vilcabamba, virou hábito diário."Aos amantes da virtude é insuportável que os vilcabambenses vivam mais tempo e em melhores condições que os que não têm vícios. Parece injusto", afirma Coler. "Nada do que eles fazem é recomendável."Um médico que foi estudar aquele povoado saiu de lá sem grandes conclusões e a única mensagem que deixou para aqueles senhores foi: "Não comam sal". Os longevos, é claro, ignoraram o conselho.Como agir sem regras a seguir? É difícil, acredita Coler, numa época em que a medicina ocupa um lugar muito parecido com o que já teve a igreja. "Se você segue suas vontades, paga com a doença. Sempre estão o castigando com o que você faz. Quem pode discutir hoje um conselho médico? Se a medicina diz, é verdade."
O médico está menos preocupado em encontrar a razão para a longevidade dos cidadãos de Vilcabamba do que em buscar fundamentos para a sua idéia da velhice como uma doença, entre tantas outras."Dizer que é normal e que todo mundo envelhece, mesmo que não pareça, é uma forma de pensar. Uma posição filosófica". Parece que em Vilcabamba há uma espécie de antídoto que produz uma melhora."Ele cita estudos que determinam que há cerca de dez causas de ordem molecular que provocam envelhecimento e sobre as quais em algum momento será possível atuar."Então os 120 anos que até agora são um limite podem se converter em 150. Velhice e morte deixarão de ser palavras absolutas", acredita.Em Vilcabamba, conta Coler, as pessoas não sofrem durante anos com doenças. Um dia, sentem-se mal e morrem. "Gostaria que meu pai pudesse ter tido uma velhice como a de um deles. Seria bom se todos os problemas da idade não se estendessem, se juntassem por um período curto no final da vida", afirma Coler, que, enquanto conhecia os saudáveis idosos equatorianos, tinha que administrar as idas ao hospital e as enfermeiras dos pais, "apenas" octogenários, mas doentes e dependentes.Para ele, quando -e se- a fórmula da fonte da juventude do povoado equatoriano for descoberta, talvez ela até possa ser distribuída. Mas, enquanto a água ou o ar vilcabambenses não chegam pelo correio, é melhor prevenir."O que hoje funciona é a prevenção. Mas prevenir muito tem algo de perverter um pouco", escreve Coler. "Tomara que em Vilcabamba exista outra possibilidade, a de viver mais sem se mortificar tanto."
[...] APENAS COMER 30% MENOS DO QUE DEVERIA GARANTE VIDA MAIS LONGA, DIZ O MÉDICO E ESCRITOR RICARDO COLER; OS LONGEVOS SÃO SEMPRE GENTE MAGRINHA
ADRIANA KÜCHLERDE, de BUENOS AIRES
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Resposabilidades
Uma octogenária contou-me um fato de dias atrás. Cansada de ficar por mais de uma hora na fila para comprar ingressos, assumiu sua longevidade e aproximou-se da bilheteria, justificando-se: "Desculpem-me, mas, como idosa, tenho prioridade na compra". Imediatamente, em meio ao burburinho, uma voz anônima: "Essa terceira idade tinha mesmo é que ficar em casa!". Calmamente, conferiu seu troco, olhou para o grupo e, em voz convicta, concluiu: "Calma, meus queridos, com boa vontade vocês também chegarão aonde cheguei". Um silêncio respeitoso permitiu ouvir seus passos em direção ao teatro. Esse é um bom exemplo de situações cada vez mais freqüentes, nas quais, em vez de esperar pela condescendência dos mais jovens, o idoso reconhece seus direitos e os reivindica explicitamente.
Paradoxalmente, porém, muitos me responderam com surpresa sobre sua intenção de voto: "Depois dos 70 anos, não sou mais obrigado a votar!". A participação eleitoral é um dos bons exemplos desse novo paradigma: em Vitória da Conquista , uma candidata à vereadora com 99 anos comprovados (embora afirme já ter completado 104) disputou com outros candidatos bem mais jovens, entre os quais seu filho. Paralelamente, entre os 29 milhões de eleitores de São Paulo, mais de 6% têm 70 anos ou mais, o que resulta em quase dois milhões de votos. Se bem utilizados, poderiam escolher os candidatos efetivamente comprometidos com ações eficazes para quem quer envelhecer com qualidade de vida.
Outra situação exemplar é a doação de sangue. Essa questão me incomodou quando, anos atrás, fui veementemente questionado por uma cliente que fora impedida de fazê-lo por ter mais de 60 anos. Numa combinação de ira e indignação, perguntou como era possível que fosse tão saudável, como eu afirmava a cada consulta, e, ao mesmo tempo, não pudesse doar sangue para o filho.Voltamos à recepção do banco de sangue e descobrimos que o impedimento não tem bases científicas nem legais. Há apenas uma recomendação do Ministério da Saúde para que os doadores com 60 anos ou mais portem uma autorização médica. Redigi ali mesmo o documento que lhe garantiu o direito de participar efetivamente do tratamento do seu filho.
Essas situações mostram uma nova forma de atuação social de quem envelhece, decorrente de aspirações que precisam ser mais bem acolhidas pela comunidade, que deverá criar condições favoráveis para a sua implementação. Muitos idosos reclamaram das dificuldades para chegar à sua seção eleitoral.Vivemos, pois, um momento histórico na relação entre direitos adquiridos e as suas conseqüentes responsabilidades. Se realmente desejamos a progressiva inclusão do idoso na comunidade, não podemos aceitar critérios exclusivamente etários que limitem a capacidade de exercer plenamente a sua cidadania.
Por WILSON JACOB FILHO , professor da Faculdade de Medicina da USP, diretor do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas (SP) e autor de "Atividade Física e Envelhecimento Saudável" (ed. Atheneu).
Paradoxalmente, porém, muitos me responderam com surpresa sobre sua intenção de voto: "Depois dos 70 anos, não sou mais obrigado a votar!". A participação eleitoral é um dos bons exemplos desse novo paradigma: em Vitória da Conquista , uma candidata à vereadora com 99 anos comprovados (embora afirme já ter completado 104) disputou com outros candidatos bem mais jovens, entre os quais seu filho. Paralelamente, entre os 29 milhões de eleitores de São Paulo, mais de 6% têm 70 anos ou mais, o que resulta em quase dois milhões de votos. Se bem utilizados, poderiam escolher os candidatos efetivamente comprometidos com ações eficazes para quem quer envelhecer com qualidade de vida.
Outra situação exemplar é a doação de sangue. Essa questão me incomodou quando, anos atrás, fui veementemente questionado por uma cliente que fora impedida de fazê-lo por ter mais de 60 anos. Numa combinação de ira e indignação, perguntou como era possível que fosse tão saudável, como eu afirmava a cada consulta, e, ao mesmo tempo, não pudesse doar sangue para o filho.Voltamos à recepção do banco de sangue e descobrimos que o impedimento não tem bases científicas nem legais. Há apenas uma recomendação do Ministério da Saúde para que os doadores com 60 anos ou mais portem uma autorização médica. Redigi ali mesmo o documento que lhe garantiu o direito de participar efetivamente do tratamento do seu filho.
Essas situações mostram uma nova forma de atuação social de quem envelhece, decorrente de aspirações que precisam ser mais bem acolhidas pela comunidade, que deverá criar condições favoráveis para a sua implementação. Muitos idosos reclamaram das dificuldades para chegar à sua seção eleitoral.Vivemos, pois, um momento histórico na relação entre direitos adquiridos e as suas conseqüentes responsabilidades. Se realmente desejamos a progressiva inclusão do idoso na comunidade, não podemos aceitar critérios exclusivamente etários que limitem a capacidade de exercer plenamente a sua cidadania.
Por WILSON JACOB FILHO , professor da Faculdade de Medicina da USP, diretor do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas (SP) e autor de "Atividade Física e Envelhecimento Saudável" (ed. Atheneu).
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