Um novo estudo do "The George Institute for International Health" concluiu que Tai Chi pode trazer benefícios positivos para a saúde daqueles que sofrem de dor músculo-esquelética. Os resultados da primeira análise de Tai Chi sugerem que este produz efeitos positivos na melhora da dor e incapacidade entre os que sofrem de artrite.
Os investigadores estão agora embarcando em uma nova pesquisa para determinar se as mesmas vantagens podem ser observadas entre as pessoas com dor lombar crônica.
"Esta é a primeira grande evidência que comprova os efeitos benéficos do Tai Chi. Nosso estudo prova que o Tai Chi alivia a dor e incapacidade nas pessoas com artrite e mostra uma tendência positiva dos efeitos para a saúde física em geral. Agora, precisamos observar se esses benefícios são os mesmos para pessoas que sofrem de dor lombar ", disse Dr. Chris Maher, do "The George Institute".
"Esta pesquisa deve motivar as pessoas com doenças osteomusculares, como a artrite, a buscar o exercício para aliviar a dor. O fato de que o Tai Chi é barato, prático, agradável e traz outros benefícios psicológicos e sociais também ajudam na promoção à utilização deste tipo de intervenção para as condições de dor", adicionou Amanda Hall, do Instituto George.
Tai Chi é uma forma de exercício que é praticada regularmente na China, para fins de saúde em geral e tem ganhado cada vez mais popularidade no restante do mundo e, por isso, emergiu um crescente corpo de pesquisa que teve por objetivo investigar seus benefícios na saúde. Tai Chi é uma atividade versátil que pode ser facilmente incorporada às atividades diárias das pessoas. Apesar de geralmente ser praticado em grupo, o Tai Chi pode ser feito individualmente, o que difere das abordagens tradicionais de exercício de terapia em clínica.
Pesquisar este blog
Mostrando postagens com marcador reabilitação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reabilitação. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 29 de setembro de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Bengalas e andadores ajudam idosos, mas podem causar quedas feias
Segundo os pesquisadores do Centro de Controle de Doenças, de Atlanta, nos Estados Unidos, mais de 40 mil lesões ocorrem anualmente por conta de bengalas, andadores e outros dispositivos que deveriam ajudar as pessoas no dia-a-dia. As lesões mais comuns são as fraturas e contusões. Os dados analisados vieram de uma amostra representativa de 66 serviços de emergência daquele país.
Embora as quedas associadas às bengalas e andadores sejam uma pequena fração do número de acidentes, esses tendem a serem mais graves. Das vítimas dessas quedas, 33% precisam ficar internadas. As mulheres têm uma chance quase duas vezes maior de sofrer esse tipo de acidente.
Quando avaliados em separado, os andadores estão mais ligados aos acidentes do que as bengalas. Os especialistas acreditam que as pessoas que precisam de andadores podem ser mais frágeis e com menor força física, aumentando o risco. As lesões mais frequentes atingem a parte baixa do tórax, seguidas das lesões na cabeça.
Essa pesquisa aponta para a necessidade de oferecer tratamento especializado aos pacientes que Irão precisar desses aparelhos. Fisioterapeutas deveriam poder se dedicar a ensinar aos pacientes o uso adequado de bengalas e andadores. Em uma sociedade que está envelhecendo como a nossa, esses dispositivos se tornarão cada vez mais comuns.
Os acidentes com os idosos têm repercussão nos custos gerais da saúde, e aqueles evitáveis podem poupar vidas e recursos.
Por Luis Fernando Correia, médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN.
Embora as quedas associadas às bengalas e andadores sejam uma pequena fração do número de acidentes, esses tendem a serem mais graves. Das vítimas dessas quedas, 33% precisam ficar internadas. As mulheres têm uma chance quase duas vezes maior de sofrer esse tipo de acidente.
Quando avaliados em separado, os andadores estão mais ligados aos acidentes do que as bengalas. Os especialistas acreditam que as pessoas que precisam de andadores podem ser mais frágeis e com menor força física, aumentando o risco. As lesões mais frequentes atingem a parte baixa do tórax, seguidas das lesões na cabeça.
Essa pesquisa aponta para a necessidade de oferecer tratamento especializado aos pacientes que Irão precisar desses aparelhos. Fisioterapeutas deveriam poder se dedicar a ensinar aos pacientes o uso adequado de bengalas e andadores. Em uma sociedade que está envelhecendo como a nossa, esses dispositivos se tornarão cada vez mais comuns.
Os acidentes com os idosos têm repercussão nos custos gerais da saúde, e aqueles evitáveis podem poupar vidas e recursos.
Por Luis Fernando Correia, médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN.
Marcadores:
fisioterapia,
quedas,
reabilitação
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Osteoporose
A osteoporose é uma diminuição progressiva da densidade dos ossos, a qual os enfraquece e os torna mais passíveis de sofrerem fraturas. Os ossos contêm minerais, como o cálcio e o fósforo, os quais os tornam duros e densos. Para manter a densidade dos ossos, o organismo necessita de um suprimento adequado de cálcio e de outros minerais e deve produzir as quantidades adequadas de vários hormônios, como o paratormônio (hormônio da paratireóide), o hormônio do crescimento, a calcitonina, o estrogênio (nas mulheres) e a testosterona (nos homens).
Além disso, é necessário um suprimento adequado de vitamina D, para que o cálcio oriundo dos alimentos seja absorvido e incorporado aos ossos. A densidade óssea aumenta gradativamente até atingir um máximo, em torno dos 30 anos de idade. Depois disso, a densidade óssea diminui lentamente. Se o organismo não for capaz de regular seu conteúdo mineral, os ossos tornam-se menos densos e mais frágeis, resultando na osteoporose.
A prevenção da osteoporose é fundamental, já que o tratamento não reestabelece a micro-arquitetura óssea. Inclui medicação, adequação da dieta e exercícios com carga corporal (que não incluem bicicleta ou hidroginástica) e a prática de 45 minutos de caminhada quatro vezes por semana é recomendável. Uma vez instalada a osteoporose, a reabilitação enfoca a manutenção da massa óssea remanescente por meio de exercícios físicos, prevenção de deformidades, como a hipercifose torácica pela correção postural e prevenção de quedas para evitar fraturas.
A osteoporose, normalmente, cursa sem dor, a menos que ocorra uma fratura patológica. Nesses casos, podem-se empregar meios físicos analgésicos (eletroestimulação e termoterapia) e ortetização. Algumas fraturas patológicas podem cursar sem dor, apresentando apenas deformidade, como acunhamento de corpos vertebrais por colapso ósseo.
MULHERES
Além disso, é necessário um suprimento adequado de vitamina D, para que o cálcio oriundo dos alimentos seja absorvido e incorporado aos ossos. A densidade óssea aumenta gradativamente até atingir um máximo, em torno dos 30 anos de idade. Depois disso, a densidade óssea diminui lentamente. Se o organismo não for capaz de regular seu conteúdo mineral, os ossos tornam-se menos densos e mais frágeis, resultando na osteoporose.
A prevenção da osteoporose é fundamental, já que o tratamento não reestabelece a micro-arquitetura óssea. Inclui medicação, adequação da dieta e exercícios com carga corporal (que não incluem bicicleta ou hidroginástica) e a prática de 45 minutos de caminhada quatro vezes por semana é recomendável. Uma vez instalada a osteoporose, a reabilitação enfoca a manutenção da massa óssea remanescente por meio de exercícios físicos, prevenção de deformidades, como a hipercifose torácica pela correção postural e prevenção de quedas para evitar fraturas.
A osteoporose, normalmente, cursa sem dor, a menos que ocorra uma fratura patológica. Nesses casos, podem-se empregar meios físicos analgésicos (eletroestimulação e termoterapia) e ortetização. Algumas fraturas patológicas podem cursar sem dor, apresentando apenas deformidade, como acunhamento de corpos vertebrais por colapso ósseo.
MULHERES
- Fatores de risco: Membros da família com osteoporose/ Quantidade insuficiente de cálcio na dieta/ Estilo de vida sedentário/ Raça branca ou amarela/ Compleição delgada/ Nunca ter engravidado/ Uso de determinadas drogas, como corticosteróides e quantidades excessivas de hormônio da tireóide/ Menopausa precoce/ Tabagismo/ Consumo excessivo de bebidas alcoólicas
Marcadores:
exercício físico,
fisioterapia,
nutrição,
osteoporose,
reabilitação
Reabilitação
O idoso fragilizado sempre pode se beneficiar da reabilitação, porém, ele tende a responder mais lentamente às intervenções reabilitacionais, pelas alterações fisiológicas naturais decorrentes do envelhecimento. Assim, o programa de reabilitação deve ser especialmente desenhado para respeitar essas características.
A Fisiatria ou Medicina Física e Reabilitação foi uma das primeiras especialidades médicas a se preocupar com a qualidade de vida, já que trata das constantes perdas funcionais do decorrer da vida. O fisiatra é o médico especializado em Medicina Física e Reabilitação e a Reabilitação é o processo de ajudar um indivíduo a alcançar o nível mais alto de função, independência e qualidade de vida possível. A Reabilitação não inverte nem desfaz o dano causado por doença ou trauma, mas sim ajuda a restaurar a funcionalidade e o bem-estar.
A reabilitação de pacientes idosos é imperativa para a qualidade de vida do paciente e para a sociedade e pode auxiliar basicamente nas seguintes frentes:
• prevenção de lesões: por exemplo, redução do risco de quedas no meio de treino de equilíbrio e adaptação ambiental do domicílio;
• minimizar seqüelas: por exemplo, impedir que a dor articular origine uma deformidade devido a posição viciosa antálgica;
• reverter seqüelas: por exemplo, reverter o descondicionamento físico após repouso prolongado por uma doença;
• adaptação às seqüelas: por exemplo, adaptação de talheres para favorecer a preensão por mãos com deformidades por artrite reumatóide.
A funcionalidade é medida pela capacidade de realizar atividades básicas de vida diária (banhar-se, vestir-se, usar toalete, transferir-se e alimentar-se). Outros componentes de bem-estar funcional são atividades sociais, que exigem um nível mais alto de habilidades mentais e julgamento do que de atividades físicas (preparação de refeições, compras, trabalho doméstico leve, gerência financeira, uso dos medicamento, transporte, telefone).
O paciente deve ser avaliado como um todo, com suas interdependências físicas, psíquicas e sociais. Um dos pilares da Fisiatria é o trabalho em equipe com diversos profissionais, para que haja uma sintonia entre a equipe e potencialização de resultados.
O objetivo da Reabilitação é inserir independência e qualidade na vida cuja duração foi prolongada pelos avanços da ciência e seu êxito depende de muitas variáveis, incluindo: a natureza e gravidade da doença ou lesão, tipo e grau de incapacidades remanescentes, saúde global do paciente e apoio da família.
A Medicina de Reabilitação é moldada para as necessidades específicas de cada pessoa, portanto, cada programa é diferente. Alguns componentes de programas de reabilitação incluem: tratar a doença básica e prevenir complicações, tratar a incapacidade e melhorar função, fornecer instrumentos de adaptação e modificar o ambiente, ensinar ao paciente, à família e aos cuidadores as adaptações a mudanças de estilo de vida.
É fundamental que o clínico tenha em mente que as comorbidades que incidem, freqüentemente, no idoso, como doença de Parkinson ou amputação por insuficiência vascular, comprometem os resultados do processo reabilitacional, isto é, particularmente válidos para as deficiências cognitivas decorrentes de doença de Alzheimer, seqüelas de alterações vasculares cerebrais e outras formas de demência.
Por Cristiane Isabela de Almeida , Marcelo Saad , Mario Sergio Rossi Vieira
A Fisiatria ou Medicina Física e Reabilitação foi uma das primeiras especialidades médicas a se preocupar com a qualidade de vida, já que trata das constantes perdas funcionais do decorrer da vida. O fisiatra é o médico especializado em Medicina Física e Reabilitação e a Reabilitação é o processo de ajudar um indivíduo a alcançar o nível mais alto de função, independência e qualidade de vida possível. A Reabilitação não inverte nem desfaz o dano causado por doença ou trauma, mas sim ajuda a restaurar a funcionalidade e o bem-estar.
A reabilitação de pacientes idosos é imperativa para a qualidade de vida do paciente e para a sociedade e pode auxiliar basicamente nas seguintes frentes:
• prevenção de lesões: por exemplo, redução do risco de quedas no meio de treino de equilíbrio e adaptação ambiental do domicílio;
• minimizar seqüelas: por exemplo, impedir que a dor articular origine uma deformidade devido a posição viciosa antálgica;
• reverter seqüelas: por exemplo, reverter o descondicionamento físico após repouso prolongado por uma doença;
• adaptação às seqüelas: por exemplo, adaptação de talheres para favorecer a preensão por mãos com deformidades por artrite reumatóide.
A funcionalidade é medida pela capacidade de realizar atividades básicas de vida diária (banhar-se, vestir-se, usar toalete, transferir-se e alimentar-se). Outros componentes de bem-estar funcional são atividades sociais, que exigem um nível mais alto de habilidades mentais e julgamento do que de atividades físicas (preparação de refeições, compras, trabalho doméstico leve, gerência financeira, uso dos medicamento, transporte, telefone).
O paciente deve ser avaliado como um todo, com suas interdependências físicas, psíquicas e sociais. Um dos pilares da Fisiatria é o trabalho em equipe com diversos profissionais, para que haja uma sintonia entre a equipe e potencialização de resultados.
O objetivo da Reabilitação é inserir independência e qualidade na vida cuja duração foi prolongada pelos avanços da ciência e seu êxito depende de muitas variáveis, incluindo: a natureza e gravidade da doença ou lesão, tipo e grau de incapacidades remanescentes, saúde global do paciente e apoio da família.
A Medicina de Reabilitação é moldada para as necessidades específicas de cada pessoa, portanto, cada programa é diferente. Alguns componentes de programas de reabilitação incluem: tratar a doença básica e prevenir complicações, tratar a incapacidade e melhorar função, fornecer instrumentos de adaptação e modificar o ambiente, ensinar ao paciente, à família e aos cuidadores as adaptações a mudanças de estilo de vida.
É fundamental que o clínico tenha em mente que as comorbidades que incidem, freqüentemente, no idoso, como doença de Parkinson ou amputação por insuficiência vascular, comprometem os resultados do processo reabilitacional, isto é, particularmente válidos para as deficiências cognitivas decorrentes de doença de Alzheimer, seqüelas de alterações vasculares cerebrais e outras formas de demência.
Por Cristiane Isabela de Almeida , Marcelo Saad , Mario Sergio Rossi Vieira
Deficiências em idosos
No Brasil, 24,5 milhões de pessoas são portadores de deficiência (14% da população). Separando a população por faixas etárias, verifi ca-se que a parcela mais representativa entre o universo de pessoas portadoras de deficiência (29%) são os indivíduos com mais de 60 anos. Em relação à taxa de deficiência, observa-se um crescimento à medida que os indivíduos ficam idosos, o que confirma o forte impacto do processo do envelhecimento na incidência das deficiências.
A população de pessoas idosas, nas nações desenvolvidas, cresce com rapidez extraordinária. Embora a maioria goze boa saúde, muitos idosos sofrem de múltiplas doenças e incapacidade significativa. A idade avançada contribui para o advento de deficiências em geral. Mais da me-tade (56%) da população com mais de 67 anos informou possuir alguma deficiência, durante o Censo de 2000, do IBGE. Este mesmo instituto prevê um crescimento demográfico de 69% da população idosa até 2025.
Envelhecer é um processo complexo e multidimensional, que envolve fatores genéticos, comportamentais, ambientais e as comorbidades comuns a essa faixa etária. Assim, pode-se definir senescência como o conjunto de alterações fisiológicas presentes em todos os indivíduos e que são atribuídas unicamente à passagem do tempo. A senilidade, por sua vez, refere-se a um processo em que as alterações funcionais e estruturais, advindas do envelhecer, estão associadas a condições mórbidas crônicas, desencadeando um declínio funcional mais acentuado.
O envelhecimento reduz a capacidade de adaptação às sobrecargas funcionais. Esse declínio pode ser mais ou menos acentuado, dependendo da gama de fatores associados ao processo de envelhecimento. Embora a população geriátrica seja agrupada quase sempre de forma homogênea, variações funcionais nesses indivíduos são muito maiores do que as encontradas entre faixas etárias mais jovens. Do ponto de vista funcional, existem mais diferenças do que semelhanças entre os idosos, dado o grande número de variáveis envolvidas.
O envelhecimento leva, naturalmente, a perdas funcionais nos sistemas e órgãos, mas tais perdas não deveriam gerar maiores limitações nas atividades diárias e na independência do indivíduo. Limitações adicionais podem ocorrer em idosos fragilizados por lesões ou doenças e a incapacidade no idoso pode surgir a partir de distúrbios musculosqueléticos comuns (como os resultantes de sobrecarga mecânica), osteoartrite, doenças neurológicas (como doença de Parkinson ou acidente vascular cerebral), cirurgias, conseqüências de doenças clínicas (infarto, diabetes, etc.), entre outras.
A população de pessoas idosas, nas nações desenvolvidas, cresce com rapidez extraordinária. Embora a maioria goze boa saúde, muitos idosos sofrem de múltiplas doenças e incapacidade significativa. A idade avançada contribui para o advento de deficiências em geral. Mais da me-tade (56%) da população com mais de 67 anos informou possuir alguma deficiência, durante o Censo de 2000, do IBGE. Este mesmo instituto prevê um crescimento demográfico de 69% da população idosa até 2025.
Envelhecer é um processo complexo e multidimensional, que envolve fatores genéticos, comportamentais, ambientais e as comorbidades comuns a essa faixa etária. Assim, pode-se definir senescência como o conjunto de alterações fisiológicas presentes em todos os indivíduos e que são atribuídas unicamente à passagem do tempo. A senilidade, por sua vez, refere-se a um processo em que as alterações funcionais e estruturais, advindas do envelhecer, estão associadas a condições mórbidas crônicas, desencadeando um declínio funcional mais acentuado.
O envelhecimento reduz a capacidade de adaptação às sobrecargas funcionais. Esse declínio pode ser mais ou menos acentuado, dependendo da gama de fatores associados ao processo de envelhecimento. Embora a população geriátrica seja agrupada quase sempre de forma homogênea, variações funcionais nesses indivíduos são muito maiores do que as encontradas entre faixas etárias mais jovens. Do ponto de vista funcional, existem mais diferenças do que semelhanças entre os idosos, dado o grande número de variáveis envolvidas.
O envelhecimento leva, naturalmente, a perdas funcionais nos sistemas e órgãos, mas tais perdas não deveriam gerar maiores limitações nas atividades diárias e na independência do indivíduo. Limitações adicionais podem ocorrer em idosos fragilizados por lesões ou doenças e a incapacidade no idoso pode surgir a partir de distúrbios musculosqueléticos comuns (como os resultantes de sobrecarga mecânica), osteoartrite, doenças neurológicas (como doença de Parkinson ou acidente vascular cerebral), cirurgias, conseqüências de doenças clínicas (infarto, diabetes, etc.), entre outras.
Aumentando a estabilidade postural e o equilibrio
A fraqueza dos membros inferiores é mais freqüente em pessoas da terceira idade que já sofreram quedas, em relação com aquelas que não referem quedas; um fator importante parece ser a fraqueza dos músculos responsáveis pela flexão dorsal ao nível do tornozelo. A fraqueza das pernas favorece as quedas, como acontece nas pessoas incapazes de fazer um traslado bem sucedido ou que não conseguem ficar em pé por muito tempo, sem segurar-se em alguma coisa, ao se vestir após usar o banheiro. Esta fraqueza muscular diminui a capacidade para resistir a queda, em seguida vem perturbação do equilíbrio.
Na clínica, há limitação de tempo disponível, deste modo é recomendado que o fisioterapeuta se dedique aos movimentos e as atividades nas quais o paciente deseja adquirir maior estabilidade, aplicando os princípios da especificidade e da sobrecarga que regem a fisiologia do esforço. A intensidade do regime de exercícios deve ser maior que o paciente puder tolerar, no que diz respeito ao número de repetições por sessão e de sessões por dia; em hospitais e instituições.
É necessário que possamos ajudar a pessoa idosa debilitada a melhorar sua capacidade para:
» Ficar em pé sem apoio ou apenas com um mínimo de apoio, progredindo daí para a capacidade de manter-se em pé enquanto abrir cintos e botões, de procurar objetos colocados em prateleiras cada vez mais altas ou pegar objetos do assento de uma cadeira ou do piso. ( O paciente pode tentar chegar a um nível mais alto, mantendo-se em pé com os olhos fechados ou em pé sobre uma espuma de espessura cada vez maior; ele pode inclusive tentar fazer as duas coisas.)
» Opôr-se às perturbações do equilíbrio, dando passos compensadores em resposta a um empurrão leve contra o esterno ou contra a face lateral da pelve.
» Andar firmemente ( sem ajuda de terceiros), na maior distância necessária dentro da própria residência ( insista inclusive na amplitude do passo). Comece o treinamento pela menor distância que o paciente se considera capaz de vencer.
» Virar-se no mesmo ponto, dando número cada vez menor de passos, quatro a seis no máximo.
EQUILÍBRIO
Podemos trabalhar o paciente com atividades de transferência de peso de um lado para o outro, marcha sobre uma esteira de equilíbrio, exercícios de agilidade e manobras com obstáculos. E por fim podemos também progredir com um trabalho de treino do paciente em padrões funcionais e atividades que usem movimentos repetitivos para aumentar a resistência à fadiga. Todos exercícios citados neste trabalho, podem ser adaptados, para o paciente idoso de acordo com suas capacidades e limitações.
RESTABELECENDO A CONFIANÇA
Os programas educacionais e de tratamento devem inspirar sentimentos de auto-eficácia no paciente da terceira idade e restabelecer sua confiança na própria capacidade para dar conta da situação. Mas também é preciso diminuir o receio de queda e o medo de não conseguir levantar-se; desta forma podemos aumentar a segurança durante a marcha e reduzir o risco de queda. Nestes casos a abordagem combinada, psicológica e fisioterapêutica, parece ser particularmente útil no lidar com esses problemas. É importante que o fisioterapeuta escolha uma tarefa que não ultrapasse a competência do cliente, e depois dela ter sido realizada com êxito, o cliente deve ser animado a reconhecer o próprio desempenho e a sua competência afetiva.
Na clínica, há limitação de tempo disponível, deste modo é recomendado que o fisioterapeuta se dedique aos movimentos e as atividades nas quais o paciente deseja adquirir maior estabilidade, aplicando os princípios da especificidade e da sobrecarga que regem a fisiologia do esforço. A intensidade do regime de exercícios deve ser maior que o paciente puder tolerar, no que diz respeito ao número de repetições por sessão e de sessões por dia; em hospitais e instituições.
É necessário que possamos ajudar a pessoa idosa debilitada a melhorar sua capacidade para:
» Ficar em pé sem apoio ou apenas com um mínimo de apoio, progredindo daí para a capacidade de manter-se em pé enquanto abrir cintos e botões, de procurar objetos colocados em prateleiras cada vez mais altas ou pegar objetos do assento de uma cadeira ou do piso. ( O paciente pode tentar chegar a um nível mais alto, mantendo-se em pé com os olhos fechados ou em pé sobre uma espuma de espessura cada vez maior; ele pode inclusive tentar fazer as duas coisas.)
» Opôr-se às perturbações do equilíbrio, dando passos compensadores em resposta a um empurrão leve contra o esterno ou contra a face lateral da pelve.
» Andar firmemente ( sem ajuda de terceiros), na maior distância necessária dentro da própria residência ( insista inclusive na amplitude do passo). Comece o treinamento pela menor distância que o paciente se considera capaz de vencer.
» Virar-se no mesmo ponto, dando número cada vez menor de passos, quatro a seis no máximo.
EQUILÍBRIO
Podemos trabalhar o paciente com atividades de transferência de peso de um lado para o outro, marcha sobre uma esteira de equilíbrio, exercícios de agilidade e manobras com obstáculos. E por fim podemos também progredir com um trabalho de treino do paciente em padrões funcionais e atividades que usem movimentos repetitivos para aumentar a resistência à fadiga. Todos exercícios citados neste trabalho, podem ser adaptados, para o paciente idoso de acordo com suas capacidades e limitações.
RESTABELECENDO A CONFIANÇA
Os programas educacionais e de tratamento devem inspirar sentimentos de auto-eficácia no paciente da terceira idade e restabelecer sua confiança na própria capacidade para dar conta da situação. Mas também é preciso diminuir o receio de queda e o medo de não conseguir levantar-se; desta forma podemos aumentar a segurança durante a marcha e reduzir o risco de queda. Nestes casos a abordagem combinada, psicológica e fisioterapêutica, parece ser particularmente útil no lidar com esses problemas. É importante que o fisioterapeuta escolha uma tarefa que não ultrapasse a competência do cliente, e depois dela ter sido realizada com êxito, o cliente deve ser animado a reconhecer o próprio desempenho e a sua competência afetiva.
Marcadores:
fisioterapia,
quedas,
reabilitação
Fisioterapia e quedas
O declínio natural do sistema nervoso periférico leva a redução de reflexos baropressóricos e da resposta adrenérgica, o que leva a tendência à síncope mais freqüente. Além disso, a redução da acuidade visual, associada ao declínio do equilíbrio aumenta a chance de quedas por escorregões ou tropeços. As quedas na população geriátrica podem originar agravos substanciais à saúde e é a causa primária de mortes acidentais em pessoas com mais de 65 anos.
O ponto principal encontrado na literatura, é a prevenção de futuras quedas; o segundo é treinar os pacientes sobre como lidar com as quedas; o terceiro é recuperar a segurança e a auto estima do paciente idoso.
Os fisioterapeutas identificam os fatores tanto intrínsecos como extrínsecos que aumentam a possibilidade da ocorrência de uma queda em uma pessoa idosa, também como nas suas conseqüências desde que estes fatores identificados se que sejam acessíveis às medidas de fisioterapia. Uma medida importante é ajudar o indivíduo da terceira idade a recuperar sua autoconfiança no que diz respeito a suas capacidades posturais. É necessário evitar a imobilização desnecessária e suas conseqüências, para diminuir os efeitos de futuras quedas. Deste modo podemos realizar um impacto sobre a autoconfiança.
Para resumir os objetivos fisioterapêuticos nas pessoas da terceira idade que correm o risco de sofrer quedas são:
I. melhorar a capacidade do indivíduo para resistir às ameaças ao seu equilíbrio.
II. aumentar a segurança deste indivíduo em seu ambiente.
III. recuperar a confiança do paciente e das pessoas cuidadoras deste, no que fiz respeito a sua capacidade de se locomover da maneira mais segura e eficaz em seu ambiente.
O ponto principal encontrado na literatura, é a prevenção de futuras quedas; o segundo é treinar os pacientes sobre como lidar com as quedas; o terceiro é recuperar a segurança e a auto estima do paciente idoso.
Os fisioterapeutas identificam os fatores tanto intrínsecos como extrínsecos que aumentam a possibilidade da ocorrência de uma queda em uma pessoa idosa, também como nas suas conseqüências desde que estes fatores identificados se que sejam acessíveis às medidas de fisioterapia. Uma medida importante é ajudar o indivíduo da terceira idade a recuperar sua autoconfiança no que diz respeito a suas capacidades posturais. É necessário evitar a imobilização desnecessária e suas conseqüências, para diminuir os efeitos de futuras quedas. Deste modo podemos realizar um impacto sobre a autoconfiança.
Para resumir os objetivos fisioterapêuticos nas pessoas da terceira idade que correm o risco de sofrer quedas são:
I. melhorar a capacidade do indivíduo para resistir às ameaças ao seu equilíbrio.
II. aumentar a segurança deste indivíduo em seu ambiente.
III. recuperar a confiança do paciente e das pessoas cuidadoras deste, no que fiz respeito a sua capacidade de se locomover da maneira mais segura e eficaz em seu ambiente.
Marcadores:
fisioterapia,
quedas,
reabilitação
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Bombeiro reaprende a falar com papagaio
Mais um post para discutir a importância do animal de estimação... esse é realmente surpreendente!Um bombeiro que havia perdido a fala num acidente de trânsito reaprendeu a usar as cordas vocais com a ajuda de dois de seus papagaios. De acordo com o diário britânico Telegraph, Brian Wilson, de Maryland, nos Estados Unidos, havia perdido a habilidade de falar há 14 anos, mas as conversas diárias com seus animais de estimação deixaram perplexos os médicos - que acreditavam que o homem nunca mais voltaria a dizer uma palavra.
“Subitamente, eu comecei a pronunciar uma palavra, depois duas, depois mais”, afirma Wilson. Para mostrar sua gratidão aos pássaros que o ajudaram na reabilitação, o norte-americano prometeu cuidar de animais abandonados pelos donos. O homem já divide sua casa com cerca de 80 pássaros, de cacatuas brancas a araras coloridíssimas. Ele ainda construiu uma fundação, chamada Wilson Parrot Foundation, que oferece os serviços dos pássaros para entretenimento em festas de aniversário e eventos corporativos.
do BLOG da Globo Rural
Marcadores:
animal de estimação,
depoimento,
reabilitação
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
100 dicas para quem quer viver mais - Produtos
De um lado, coloque o custo, que vai ser alto. Do outro, o benefício, que pode ser significativo. É nesse equilíbrio que deve se basear a aquisição de um produto adaptado, segundo especialistas em terapia ocupacional.
92. Assento mais alto: Com 46 cm de altura, torna o ato de sentar e o de levantar mais fáceis
R$ 238, na Deca
93. Chaveiro adaptado (modelo para até três chaves): Oferece uma alavanca maior para facilitar o giro das chaves. Indicado para quem tem artrite ou fraqueza preensora
R$ 50, na MN
94. Esponja adaptada: Facilita a limpeza das pernas e dos pés por pessoas que têm dificuldade para inclinar o corpo para a frente
R$ 45 (pequena) e R$ 50 (grande), na MN
95. Cadeira elevatória: Voltado para pessoas com dificuldade de locomoção, o equipamento é indicado para quem pesa até 130 kg
A partir de R$ 11.000 (escada com percurso de até 5 m , com instalação), na Acorn
96. Adaptação para meias: Ajuda quem tem dificuldades para inclinar o corpo para a frente a colocar meias
R$ 100, na MN
97. Talheres: Com cabo grosso (para quem tem problemas articulares) e dobráveis, que facilitam o ato de levar a comida à boca
R$ 30 cada garfo ou colher;
R$ 38 cada faca, na Vanzetti;
Com peso (para pessoas com Parkinson), que atenuam tremor das mãos R$ 70 cada colher de chá, colher de sopa ou garfo;
R$ 90 cada faca, na MN
98. Tábua de corte adaptada: Fixa o alimento que será cortado, diminuindo o risco de acidentes
R$ 350, na MN
99. Antideslizante Heritage: Pode ser aplicado em pisos frios sem alterar o brilho, a textura ou a cor do material. Há duas linhas do Heritage: a industrial e a auto-aplicável. A segunda é indicada para uso residencial ou em áreas de até 60 m2
R$ 50 (250 ml, 2 m2 ) e R$ 90 (500 ml, 4 m2 ), na Tetraquímica
100. Cadarço elástico para tênis: É indicado para quem tem problemas articulares. O cadarço fica amarrado e basta puxar as laterais do tênis para calçá-lo
R$ 15 (2 pares), na MN
92. Assento mais alto: Com 46 cm de altura, torna o ato de sentar e o de levantar mais fáceis
R$ 238, na Deca
93. Chaveiro adaptado (modelo para até três chaves): Oferece uma alavanca maior para facilitar o giro das chaves. Indicado para quem tem artrite ou fraqueza preensora
R$ 50, na MN
94. Esponja adaptada: Facilita a limpeza das pernas e dos pés por pessoas que têm dificuldade para inclinar o corpo para a frente
R$ 45 (pequena) e R$ 50 (grande), na MN
95. Cadeira elevatória: Voltado para pessoas com dificuldade de locomoção, o equipamento é indicado para quem pesa até 130 kg
A partir de R$ 11.000 (escada com percurso de até 5 m , com instalação), na Acorn
96. Adaptação para meias: Ajuda quem tem dificuldades para inclinar o corpo para a frente a colocar meias
R$ 100, na MN
97. Talheres: Com cabo grosso (para quem tem problemas articulares) e dobráveis, que facilitam o ato de levar a comida à boca
R$ 30 cada garfo ou colher;
R$ 38 cada faca, na Vanzetti;
Com peso (para pessoas com Parkinson), que atenuam tremor das mãos R$ 70 cada colher de chá, colher de sopa ou garfo;
R$ 90 cada faca, na MN
98. Tábua de corte adaptada: Fixa o alimento que será cortado, diminuindo o risco de acidentes
R$ 350, na MN
99. Antideslizante Heritage: Pode ser aplicado em pisos frios sem alterar o brilho, a textura ou a cor do material. Há duas linhas do Heritage: a industrial e a auto-aplicável. A segunda é indicada para uso residencial ou em áreas de até 60 m2
R$ 50 (250 ml, 2 m2 ) e R$ 90 (500 ml, 4 m2 ), na Tetraquímica
100. Cadarço elástico para tênis: É indicado para quem tem problemas articulares. O cadarço fica amarrado e basta puxar as laterais do tênis para calçá-lo
R$ 15 (2 pares), na MN
Marcadores:
dicas,
fisioterapia,
quedas,
reabilitação
100 dicas para quem quer viver mais - Adapte sua casa
Mudanças simples podem aumentar a segurança e a autonomia do idoso
42. Em dobro: Quem mora em sobrados deve fazer adaptações para que os dois andares tenham banheiros, telefones etc. Isso diminui a necessidade de usar as escadas
43. Área externa: Se possível, crie um percurso próprio para caminhada
44. Mobiliário: Opte por móveis mais altos e não muito moles. Poltronas bem estruturadas são uma boa escolha, pois os braços do móvel servem como apoio ao levantar
45. Luz: Privilegie a iluminação natural, já que a claridade é importante para que o idoso veja melhor o ambiente
46. Torneiras: Prefira as de alavanca às redondas, que são mais difíceis de girar
47. Armários: Evite guardar objetos de uso freqüente em locais muito baixos, que exigem que as pessoas se abaixem, ou muito altos, que pedem escadas ou banquinhos
48. Bancada: Opte por uma com aproximadamente 80 cm de altura, para que seja possível cortar e preparar os alimentos sentado
49. Jardim: Não coloque muretinhas ao redor da grama para evitar que a pessoa tropece
50. Apoio: Escadas e rampas devem ter corrimão, preferencialmente, de uma cor contrastante, para melhorar a visualização caso esteja escuro ou o idoso sinta tontura. Certifique-se de que, após a rampa, haverá uma área plana na qual o idoso possa se estabilizar antes de seguir adiante
51. Corredor: Deixe as passagens livres, sem obstáculos como vasos, esculturas e mesas de centro ou de canto
52. Tapete: Evite tapetes e passadeiras de corredor, que podem escorregar
53. Remédios: Em um local visível, coloque uma tabelinha com o horário de cada medicamento
54. Penumbra: Instale luminárias de baixa intensidade no corredor; assim, o idoso não precisará ir até o banheiro no escuro
55. Largura: Instale portas com um vão de 80 cm para facilitar a passagem de quem precisa usar andador ou está carregando sacolas de compras
56. Cores: A cor da porta também deve contrastar com a cor da parede, para ser visualizada mais facilmente
57. Maçanetas: As redondas exigem mais força na hora de abrir a porta. Troque pelas de alavanca, mais fáceis de usar
58. Chão: Opte por pisos de uma cor só; isso evita o desconforto visual e a sensação de que há buracos e degraus no chão. Evite pisos lisos, que propiciam escorregões; quanto mais brilhante for o material, mais escorregadio ele é; prefira os antiderrapantes
59. Apoio: Coloque barras de apoio, especialmente perto do vaso sanitário e dentro do boxe
60. Vaso: Opte por vasos sanitários mais elevados: a altura ajuda na hora de sentar e de levantar
61. Aderência: Substitua o tapetinho do banheiro por adesivos antiderrapantes, que também podem ser colocados dentro do boxe
62. Pia: Certifique-se de que ela seja bem resistente e firmemente fixada, já que os idosos costumam se apoiar nela
63. Porta: Ainda no boxe, utilize uma porta de correr. As que abrem para dentro devem ser evitadas, pois podem ficar travadas se alguém cair dentro do boxe e encostar na porta
64. Boxe: Instale um assento dentro do boxe, para ser usado em caso de mal-estar. Mas atenção: os assentos devem ser fixos. Banquinhos de plástico são frágeis e podem virar
65. Escoamento: Verifique se o escoamento de água no boxe é suficiente, para que o chão não fique alagado e ainda mais liso
66. Quarto: Instale o idoso no quarto mais próximo do banheiro, para facilitar o deslocamento durante a noite
67. Cabeceira: Posicione a cama perto do interruptor de luz ou coloque um abajur próximo à cabeceira -opte por uma iluminação suave, já que o idoso demora mais a se adaptar quando há mudanças bruscas entre claro e escuro
68. Trava: Escolha uma tranca que possa ser aberta por fora em caso de emergência e mantenha a chave em um local acessível
69. Obstáculo: Móveis com cantos vivos (em 90 graus) devem ser mantidos longe das áreas de passagem.
42. Em dobro: Quem mora em sobrados deve fazer adaptações para que os dois andares tenham banheiros, telefones etc. Isso diminui a necessidade de usar as escadas
43. Área externa: Se possível, crie um percurso próprio para caminhada
44. Mobiliário: Opte por móveis mais altos e não muito moles. Poltronas bem estruturadas são uma boa escolha, pois os braços do móvel servem como apoio ao levantar
45. Luz: Privilegie a iluminação natural, já que a claridade é importante para que o idoso veja melhor o ambiente
46. Torneiras: Prefira as de alavanca às redondas, que são mais difíceis de girar
47. Armários: Evite guardar objetos de uso freqüente em locais muito baixos, que exigem que as pessoas se abaixem, ou muito altos, que pedem escadas ou banquinhos
48. Bancada: Opte por uma com aproximadamente 80 cm de altura, para que seja possível cortar e preparar os alimentos sentado
49. Jardim: Não coloque muretinhas ao redor da grama para evitar que a pessoa tropece
50. Apoio: Escadas e rampas devem ter corrimão, preferencialmente, de uma cor contrastante, para melhorar a visualização caso esteja escuro ou o idoso sinta tontura. Certifique-se de que, após a rampa, haverá uma área plana na qual o idoso possa se estabilizar antes de seguir adiante
51. Corredor: Deixe as passagens livres, sem obstáculos como vasos, esculturas e mesas de centro ou de canto
52. Tapete: Evite tapetes e passadeiras de corredor, que podem escorregar
53. Remédios: Em um local visível, coloque uma tabelinha com o horário de cada medicamento
54. Penumbra: Instale luminárias de baixa intensidade no corredor; assim, o idoso não precisará ir até o banheiro no escuro
55. Largura: Instale portas com um vão de 80 cm para facilitar a passagem de quem precisa usar andador ou está carregando sacolas de compras
56. Cores: A cor da porta também deve contrastar com a cor da parede, para ser visualizada mais facilmente
57. Maçanetas: As redondas exigem mais força na hora de abrir a porta. Troque pelas de alavanca, mais fáceis de usar
58. Chão: Opte por pisos de uma cor só; isso evita o desconforto visual e a sensação de que há buracos e degraus no chão. Evite pisos lisos, que propiciam escorregões; quanto mais brilhante for o material, mais escorregadio ele é; prefira os antiderrapantes
59. Apoio: Coloque barras de apoio, especialmente perto do vaso sanitário e dentro do boxe
60. Vaso: Opte por vasos sanitários mais elevados: a altura ajuda na hora de sentar e de levantar
61. Aderência: Substitua o tapetinho do banheiro por adesivos antiderrapantes, que também podem ser colocados dentro do boxe
62. Pia: Certifique-se de que ela seja bem resistente e firmemente fixada, já que os idosos costumam se apoiar nela
63. Porta: Ainda no boxe, utilize uma porta de correr. As que abrem para dentro devem ser evitadas, pois podem ficar travadas se alguém cair dentro do boxe e encostar na porta
64. Boxe: Instale um assento dentro do boxe, para ser usado em caso de mal-estar. Mas atenção: os assentos devem ser fixos. Banquinhos de plástico são frágeis e podem virar
65. Escoamento: Verifique se o escoamento de água no boxe é suficiente, para que o chão não fique alagado e ainda mais liso
66. Quarto: Instale o idoso no quarto mais próximo do banheiro, para facilitar o deslocamento durante a noite
67. Cabeceira: Posicione a cama perto do interruptor de luz ou coloque um abajur próximo à cabeceira -opte por uma iluminação suave, já que o idoso demora mais a se adaptar quando há mudanças bruscas entre claro e escuro
68. Trava: Escolha uma tranca que possa ser aberta por fora em caso de emergência e mantenha a chave em um local acessível
69. Obstáculo: Móveis com cantos vivos (em 90 graus) devem ser mantidos longe das áreas de passagem.
Marcadores:
dicas,
fisioterapia,
quedas,
reabilitação
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
100 dicas para quem quer viver mais - Quedas
No Brasil, cerca de 29% dos idosos sofrem quedas ao menos uma vez por ano e 13% caem de forma recorrente. Além das fraturas, principalmente na região do quadril, há o risco de morte: as quedas correspondem a dois terços das mortes acidentais. O medo de cair pode afetar a qualidade de vida do idoso, que tende a diminuir a freqüência dos passeios ou dos banhos.
1. Mexer o pé antes de se levantar da cadeira melhora a irrigação sangüínea nos membros inferiores
2. Evite chinelos, tamancos e demais calçados soltos no pé
3. Não deixe os fios dos eletrodomésticos soltos pelo chão
4. Trocar lâmpada e retirar a cortina são atividades arriscadas porque exigem que a pessoa estenda a cabeça para trás, o que causa uma tontura momentânea
5. Atividades físicas que proporcionam o aumento da força muscular são fundamentais; pernas fortes dão mais estabilidade na hora de subir escadas, caminhar ou levantar da cadeira
6. Óculos com lentes multifocais afetam a percepção de profundidade e dificultam tarefas como descer uma escada ou desviar-se de um buraco; uma solução é trocá-los por dois óculos, um para caminhar e outro para ler
7. Cuide bem dos pés: calosidades impedem o contato com o solo
8. Escolha um tênis com sistema de absorção de impacto e solado antiderrapante; com o envelhecimento, há uma diminuição na camada de gordura na planta do pé, o que deixa o idoso mais sujeito ao impacto do solo e ao desenvolvimento de inflamações
9. Mantenha sob controle doenças metabólicas ou vasculares; o diabetes, por exemplo, pode afetar o labirinto (responsável pelo equilíbrio) e alterar a sensibilidade e o funcionamento motor dos membros inferiores
10. Não compre uma bengala sem orientação profissional; a escolha do modelo precisa considerar altura, presença ou não de artrose, entre outros aspectos; repare sempre se a borracha da ponta não está desgastada, o que diminuiria sua característica antiderrapante
1. Mexer o pé antes de se levantar da cadeira melhora a irrigação sangüínea nos membros inferiores
2. Evite chinelos, tamancos e demais calçados soltos no pé
3. Não deixe os fios dos eletrodomésticos soltos pelo chão
4. Trocar lâmpada e retirar a cortina são atividades arriscadas porque exigem que a pessoa estenda a cabeça para trás, o que causa uma tontura momentânea
5. Atividades físicas que proporcionam o aumento da força muscular são fundamentais; pernas fortes dão mais estabilidade na hora de subir escadas, caminhar ou levantar da cadeira
6. Óculos com lentes multifocais afetam a percepção de profundidade e dificultam tarefas como descer uma escada ou desviar-se de um buraco; uma solução é trocá-los por dois óculos, um para caminhar e outro para ler
7. Cuide bem dos pés: calosidades impedem o contato com o solo
8. Escolha um tênis com sistema de absorção de impacto e solado antiderrapante; com o envelhecimento, há uma diminuição na camada de gordura na planta do pé, o que deixa o idoso mais sujeito ao impacto do solo e ao desenvolvimento de inflamações
9. Mantenha sob controle doenças metabólicas ou vasculares; o diabetes, por exemplo, pode afetar o labirinto (responsável pelo equilíbrio) e alterar a sensibilidade e o funcionamento motor dos membros inferiores
10. Não compre uma bengala sem orientação profissional; a escolha do modelo precisa considerar altura, presença ou não de artrose, entre outros aspectos; repare sempre se a borracha da ponta não está desgastada, o que diminuiria sua característica antiderrapante
Marcadores:
dicas,
fisioterapia,
quedas,
reabilitação
Assinar:
Postagens (Atom)