WASHINGTON (AFP) - O presidente americano, Barack Obama, declarou-se favorável à ideia de impor uma taxa adicional sobre os refrigerantes para financiar o combate à obesidade, mas admitiu que os interesses econômicos em jogo tornam o caso complicado.
"É uma ideia que deveríamos aprofundar", declarou Obama à revista Men's Health, referindo-se à sugestão de instaurar uma taxa adicional sobre os refrigerantes e outros produtos ricos em açúcar para lutar contra a obesidade. "Nossas crianças bebem refrigerantes em demasia. Mesmo que o consumo destas bebidas não seja a única causa da obesidade, é um fator essencial", disse o presidente, segundo trechos da entrevista publicados previamente pela revista.
Obama ressaltou, porém, que as "resistências" a esta ideia seriam muito fortes, sobretudo nos estados americanos produtores de açúcar. Segundo ele, estes estados "são sensíveis a todos os fatores que podem reduzir a demanda". Além disso, "as pessoas talvez não queiram ouvir alguém lhes dizer o que devem comer ou beber, e entendo isso", explicou Obama nesta entrevista, dedicada às maneiras de manter uma vida mais saudável e ao grande projeto presidencial de reforma do sistema da saúde.
Obama, que pratica exercícios quase todos os dias, se descreveu como uma pessoa que "tem uma alimentação saudável". O presidente mandou colocar uma taça cheia de maçãs no Salão Oval. "Foi a primeira medida de reforma da saúde que tomamos", brincou. De acordo com um relatório publicado em julho, dois terços dos americanos e um quinto das crianças são obsesos ou têm problemas de excesso de peso. O tratamento das doenças decorrentes da obesidade custa quase 150 bilhões de dólares a cada ano, quase duas vezes mais que o do câncer, alertaram as autoridades sanitárias.
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
sábado, 18 de julho de 2009
Doença Celíaca
É uma intolerância permanente ao glúten. O glúten é uma proteína que está presente nos seguintes alimentos: trigo, aveia, centeio, cevada e malte. A doença celíaca ocorre em pessoas com tendência genética à doença. Geralmente aparece na infância, nas crianças com idade entre 1 e 3 anos, mas pode surgir em qualquer idade, inclusive nas pessoas adultas.
Os sinais da doença podem variar de pessoa a pessoa, porém os mais comuns são:
.Diarréia crônica (que dura mais do que 30 dias)
.Prisão de ventre;
.Anemia;
.Falta de apetite;
.Vômitos;
.Emagrecimento;
.Atraso no crescimento;
.Humor alterado: irritabilidade ou desânimo;
.Distensão abdominal (barriga inchada);
.Dor abdominal;
.Perda de peso ou pouco ganho de peso;
.Osteoporose.
Os exames de sangue são muito utilizados na detecção da doença celíaca. Os exames do anticorpo anti-transglutaminase tecidular (AAT) e do anticorpo anti-endomísio (AAE) são altamente precisos e confiáveis, mas insuficientes para um diagnóstico. A doença celíaca deve ser confirmada encontrando-se certas mudanças nos vilos que revestem a parede do intestino delgado. Para ver essas mudanças, uma amostra de tecido do intestino delgado é colhida através de um procedimento chamado endoscopia com biópsia (Um instrumento flexível como uma sonda é inserido através da boca, passa pela garganta e pelo estômago, e chega ao intestino delgado para obter pequenas amostras de tecido).
O único tratamento é uma alimentação sem glúten por toda a vida. A pessoa que tem a doença celíaca nunca poderá consumir alimentos que contenham trigo, aveia, centeio, cevada e malte ou os seus derivados (farinha de trigo, pão, farinha de rosca, macarrão, bolachas, biscoitos, bolos e outros). A doença celíaca pode levar à morte se não for tratada.
Alimentos permitidos para quem tem a doença celíaca:
• Cereais: arroz, milho.
• Farinhas: mandioca, arroz, milho, fubá, féculas.
• Gorduras: óleos, margarinas.
• Frutas: todas, ao natural e sucos.
• Laticínios: leite, manteiga, queijos e derivados.
• Hortaliças e leguminosas: folhas, cenoura, tomate, vagem, feijão, soja, grão de bico, ervilha, lentilha, cará, inhame, batata, mandioca e outros).
• Carnes e ovos: aves, suínos, bovinos, caprinos, miúdos, peixes, frutos do mar.
Cuidados especiais:
Atenção ao rótulo de produtos industrializados em geral. A lei federal nº 10674 , de 2003, determina que todas as empresas que produzem alimentos precisam INFORMAR obrigatoriamente em seus rótulos se aquele produto “CONTÉM GLÚTEN” ou "NÃO CONTÉM GLÚTEN".
Atenção:
• Qualquer quantidade de glúten, por mínima que seja, é prejudicial para o celíaco;
• Leia com atenção todos os rótulos ou embalagens de produtos industrializados e, em caso de dúvida, consulte o fabricante;
• Não use óleos onde foram fritos empanados com farinha de trigo ou farinha de rosca (feita de pão torrado);
• Não engrosse pudins, cremes ou molhos com farinha de trigo;
* Tenha cuidado com temperos e amaciantes de carnes industrializados, pois muitos contém glúten;
• Não utilize as farinhas proibidas para polvilhar assadeiras ou formas.
Importante:
• Na escola, nunca separe a criança celíaca dos demais colegas na hora das refeições;
• O celíaco pode e deve fazer os mesmos exercícios que seus colegas;
• Existem celíacos que são diabéticos. Portanto, sua alimentação não deve conter glúten e nem açúcar;
• Existem celíacos que têm intolerância à lactose. Portanto, sua alimentação não deve conter glúten, nem leite de vaca e seus derivados.
Por Eveline Cunha Moura, Assessora em Nutrição da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança.
Mais informações:
http://www.acelbra.org.br/
Os sinais da doença podem variar de pessoa a pessoa, porém os mais comuns são:
.Diarréia crônica (que dura mais do que 30 dias)
.Prisão de ventre;
.Anemia;
.Falta de apetite;
.Vômitos;
.Emagrecimento;
.Atraso no crescimento;
.Humor alterado: irritabilidade ou desânimo;
.Distensão abdominal (barriga inchada);
.Dor abdominal;
.Perda de peso ou pouco ganho de peso;
.Osteoporose.
Os exames de sangue são muito utilizados na detecção da doença celíaca. Os exames do anticorpo anti-transglutaminase tecidular (AAT) e do anticorpo anti-endomísio (AAE) são altamente precisos e confiáveis, mas insuficientes para um diagnóstico. A doença celíaca deve ser confirmada encontrando-se certas mudanças nos vilos que revestem a parede do intestino delgado. Para ver essas mudanças, uma amostra de tecido do intestino delgado é colhida através de um procedimento chamado endoscopia com biópsia (Um instrumento flexível como uma sonda é inserido através da boca, passa pela garganta e pelo estômago, e chega ao intestino delgado para obter pequenas amostras de tecido).
O único tratamento é uma alimentação sem glúten por toda a vida. A pessoa que tem a doença celíaca nunca poderá consumir alimentos que contenham trigo, aveia, centeio, cevada e malte ou os seus derivados (farinha de trigo, pão, farinha de rosca, macarrão, bolachas, biscoitos, bolos e outros). A doença celíaca pode levar à morte se não for tratada.
Alimentos permitidos para quem tem a doença celíaca:
• Cereais: arroz, milho.
• Farinhas: mandioca, arroz, milho, fubá, féculas.
• Gorduras: óleos, margarinas.
• Frutas: todas, ao natural e sucos.
• Laticínios: leite, manteiga, queijos e derivados.
• Hortaliças e leguminosas: folhas, cenoura, tomate, vagem, feijão, soja, grão de bico, ervilha, lentilha, cará, inhame, batata, mandioca e outros).
• Carnes e ovos: aves, suínos, bovinos, caprinos, miúdos, peixes, frutos do mar.
Cuidados especiais:
Atenção ao rótulo de produtos industrializados em geral. A lei federal nº 10674 , de 2003, determina que todas as empresas que produzem alimentos precisam INFORMAR obrigatoriamente em seus rótulos se aquele produto “CONTÉM GLÚTEN” ou "NÃO CONTÉM GLÚTEN".
Atenção:
• Qualquer quantidade de glúten, por mínima que seja, é prejudicial para o celíaco;
• Leia com atenção todos os rótulos ou embalagens de produtos industrializados e, em caso de dúvida, consulte o fabricante;
• Não use óleos onde foram fritos empanados com farinha de trigo ou farinha de rosca (feita de pão torrado);
• Não engrosse pudins, cremes ou molhos com farinha de trigo;
* Tenha cuidado com temperos e amaciantes de carnes industrializados, pois muitos contém glúten;
• Não utilize as farinhas proibidas para polvilhar assadeiras ou formas.
Importante:
• Na escola, nunca separe a criança celíaca dos demais colegas na hora das refeições;
• O celíaco pode e deve fazer os mesmos exercícios que seus colegas;
• Existem celíacos que são diabéticos. Portanto, sua alimentação não deve conter glúten e nem açúcar;
• Existem celíacos que têm intolerância à lactose. Portanto, sua alimentação não deve conter glúten, nem leite de vaca e seus derivados.
Por Eveline Cunha Moura, Assessora em Nutrição da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança.
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quarta-feira, 15 de julho de 2009
Mel pode ajudar a combater infecções hospitalares, diz estudo
Um estudo realizado na Austrália mostrou que uma variedade de mel típica da Oceania pode ser um eficiente agente no tratamento de infecções de pele e no combate a infecções hospitalares.
Cientistas da Universidade de Sydney descobriram que o mel neo-zelandês conhecido como Manuka contém uma substância altamente tóxica para bactérias, chamada metilglioxal. "A superbactéria conhecida como MRSA, que é resistente a vários tipos de antibiótico e pode provocar várias infecções graves em hospitais, é altamente sucetível ao mel", explicou à BBC Dee Carter, um dos autores do estudo.
Segundo o cientista, em tese, o metilglioxal também seria tóxico aos seres humanos. "Mas há outras substâncias no mel que evitam que ele seja tóxico para as células humanas, ao mesmo tempo em que promove a destruição das bactérias", disse.
Propriedades probióticas
Os pesquisadores esperam que, no futuro, produtos esterilizados à base de mel possam substituir pomadas antibacterianas e anti-sépticas no tratamento de cortes, queimaduras, picadas de inseto e outras doenças de pele. Porém, Carter reconhece que ainda são necessários novos estudos para provar a médicos que o mel Manuka pode ser um poderoso medicamento alternativo. "Precisamos da ciência por trás disso, e é o que estamos fazendo. Médicos não querem ouvir falar de algo que pode soar como coisa de curandeiro. Eles querem algo com validação científica", disse.
Outros pesquisadores australianos acreditam que os benefícios do mel vão além do tratamento de problemas de pele. Estudos realizados no país examinaram as propriedades probióticas do alimento, que possui uma parcela de carboidratos que são "quebrados" no intestino delgado, enquanto o resto passa sem ser digerido até o intestino grosso. "Com o processo, esses açúcares estimulam o desenvolvimento de bactérias saudáveis no intestino, o que por sua vez ajuda a prevenir o acúmulo de toxinas", explicou à BBC a especialista em alimentos Rosie Stern.
Segundo ela, isso ajuda a evitar males como o câncer intestinal, a síndrome do intestino irritável, a doença de Crohn e a colite ulcerativa.
Cientistas da Universidade de Sydney descobriram que o mel neo-zelandês conhecido como Manuka contém uma substância altamente tóxica para bactérias, chamada metilglioxal. "A superbactéria conhecida como MRSA, que é resistente a vários tipos de antibiótico e pode provocar várias infecções graves em hospitais, é altamente sucetível ao mel", explicou à BBC Dee Carter, um dos autores do estudo.
Segundo o cientista, em tese, o metilglioxal também seria tóxico aos seres humanos. "Mas há outras substâncias no mel que evitam que ele seja tóxico para as células humanas, ao mesmo tempo em que promove a destruição das bactérias", disse.
Propriedades probióticas
Os pesquisadores esperam que, no futuro, produtos esterilizados à base de mel possam substituir pomadas antibacterianas e anti-sépticas no tratamento de cortes, queimaduras, picadas de inseto e outras doenças de pele. Porém, Carter reconhece que ainda são necessários novos estudos para provar a médicos que o mel Manuka pode ser um poderoso medicamento alternativo. "Precisamos da ciência por trás disso, e é o que estamos fazendo. Médicos não querem ouvir falar de algo que pode soar como coisa de curandeiro. Eles querem algo com validação científica", disse.
Outros pesquisadores australianos acreditam que os benefícios do mel vão além do tratamento de problemas de pele. Estudos realizados no país examinaram as propriedades probióticas do alimento, que possui uma parcela de carboidratos que são "quebrados" no intestino delgado, enquanto o resto passa sem ser digerido até o intestino grosso. "Com o processo, esses açúcares estimulam o desenvolvimento de bactérias saudáveis no intestino, o que por sua vez ajuda a prevenir o acúmulo de toxinas", explicou à BBC a especialista em alimentos Rosie Stern.
Segundo ela, isso ajuda a evitar males como o câncer intestinal, a síndrome do intestino irritável, a doença de Crohn e a colite ulcerativa.
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
Beber com moderação pode reduzir risco de Alzheimer, diz pesquisa
Consumir bebidas alcoólicas em moderação reduz o risco de desenvolvimento do mal de Alzheimer e de outros distúrbios de perda cognitiva, segundo pesquisadores em Chicago.Os cientistas revisaram 44 estudos da década de 90 e constataram que pessoas que consumiam vinho, cerveja e destilados em moderação apresentavam menor risco de desenvolver demência do que abstêmios. Poucos estudos diziam que o risco de desenvolver a doença tinha aumentado.
"O álcool é uma faca de dois gumes", disse Michael Collins, neurocientista e professor da Escola de Medicina Stritch da Universidade Loyola, que liderou a pesquisa divulgada na revista "Alcoholism: Clinical and Experimental Research". "Demais faz mal. Mas um pouco pode, na verdade, ser útil."
Ingestão moderada de bebida alcoólica geralmente é definida como uma dose ou menos por dia para mulheres e de uma a duas ou menos por dia para homens.
"Os danos patológicos e vasto caos social originários do vício e do abuso de álcool são bem conhecidos, e precisam continuar a receber atenção prioritária de médicos, pesquisadores e outros profissionais da saúde", escreveu Collins. "Mas o consumo responsável de leve a moderado de álcool parece trazer determinados benefícios à saúde."
Efeito contrário
Abuso de álcool no longo prazo pode causar perda de memória e prejudicar a função cognitiva. Não se sabe por que álcool em moderação parece ter o efeito oposto. Uma teoria é que os conhecidos benefícios cardiovasculares do consumo moderado também podem reduzir o risco de mini-derrames que causam demência.
Collins e seu colega, Edward Neafsey, sugerem uma segunda teoria. Segundo eles, pequenas quantidades de álcool podem, na prática, melhorar o condicionamento das células do cérebro. Bebida alcoólica em quantidades moderadas causa estresse nas células e, portanto, as torna aptas a lidar com maiores estresses ao longo do tempo que podem causar demência.
Para a maioria das pessoas que bebem de maneira responsável, provavelmente não há razão para abandonar o hábito. Mas, como o potencial para o abuso de álcool existe, Collins e Neafsey não recomendam que abstêmios comecem a beber.
Os pesquisadores destacam que outras coisas, além do consumo moderado de bebida alcoólica, podem reduzir o risco de demência como exercícios físicos, chá verde e uma dieta rica em frutas, verduras, cereais, feijão, nozes e sementes.
Da BBC
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quarta-feira, 8 de abril de 2009
Osteoporose
A osteoporose é uma diminuição progressiva da densidade dos ossos, a qual os enfraquece e os torna mais passíveis de sofrerem fraturas. Os ossos contêm minerais, como o cálcio e o fósforo, os quais os tornam duros e densos. Para manter a densidade dos ossos, o organismo necessita de um suprimento adequado de cálcio e de outros minerais e deve produzir as quantidades adequadas de vários hormônios, como o paratormônio (hormônio da paratireóide), o hormônio do crescimento, a calcitonina, o estrogênio (nas mulheres) e a testosterona (nos homens).
Além disso, é necessário um suprimento adequado de vitamina D, para que o cálcio oriundo dos alimentos seja absorvido e incorporado aos ossos. A densidade óssea aumenta gradativamente até atingir um máximo, em torno dos 30 anos de idade. Depois disso, a densidade óssea diminui lentamente. Se o organismo não for capaz de regular seu conteúdo mineral, os ossos tornam-se menos densos e mais frágeis, resultando na osteoporose.
A prevenção da osteoporose é fundamental, já que o tratamento não reestabelece a micro-arquitetura óssea. Inclui medicação, adequação da dieta e exercícios com carga corporal (que não incluem bicicleta ou hidroginástica) e a prática de 45 minutos de caminhada quatro vezes por semana é recomendável. Uma vez instalada a osteoporose, a reabilitação enfoca a manutenção da massa óssea remanescente por meio de exercícios físicos, prevenção de deformidades, como a hipercifose torácica pela correção postural e prevenção de quedas para evitar fraturas.
A osteoporose, normalmente, cursa sem dor, a menos que ocorra uma fratura patológica. Nesses casos, podem-se empregar meios físicos analgésicos (eletroestimulação e termoterapia) e ortetização. Algumas fraturas patológicas podem cursar sem dor, apresentando apenas deformidade, como acunhamento de corpos vertebrais por colapso ósseo.
MULHERES
Além disso, é necessário um suprimento adequado de vitamina D, para que o cálcio oriundo dos alimentos seja absorvido e incorporado aos ossos. A densidade óssea aumenta gradativamente até atingir um máximo, em torno dos 30 anos de idade. Depois disso, a densidade óssea diminui lentamente. Se o organismo não for capaz de regular seu conteúdo mineral, os ossos tornam-se menos densos e mais frágeis, resultando na osteoporose.
A prevenção da osteoporose é fundamental, já que o tratamento não reestabelece a micro-arquitetura óssea. Inclui medicação, adequação da dieta e exercícios com carga corporal (que não incluem bicicleta ou hidroginástica) e a prática de 45 minutos de caminhada quatro vezes por semana é recomendável. Uma vez instalada a osteoporose, a reabilitação enfoca a manutenção da massa óssea remanescente por meio de exercícios físicos, prevenção de deformidades, como a hipercifose torácica pela correção postural e prevenção de quedas para evitar fraturas.
A osteoporose, normalmente, cursa sem dor, a menos que ocorra uma fratura patológica. Nesses casos, podem-se empregar meios físicos analgésicos (eletroestimulação e termoterapia) e ortetização. Algumas fraturas patológicas podem cursar sem dor, apresentando apenas deformidade, como acunhamento de corpos vertebrais por colapso ósseo.
MULHERES
- Fatores de risco: Membros da família com osteoporose/ Quantidade insuficiente de cálcio na dieta/ Estilo de vida sedentário/ Raça branca ou amarela/ Compleição delgada/ Nunca ter engravidado/ Uso de determinadas drogas, como corticosteróides e quantidades excessivas de hormônio da tireóide/ Menopausa precoce/ Tabagismo/ Consumo excessivo de bebidas alcoólicas
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segunda-feira, 30 de março de 2009
Trate 6 desconfortos do dia-a-dia com remédios naturais
Nem sempre é preciso apelar para a farmácia na hora de resolver um problema. Às vezes, a solução é bem mais simples e está bem ali, na fruteira de casa. A eficiência dos remédios naturais é velha conhecida das gerações passadas, mas tem se perdido atualmente em parte, devido à facilidade em encontrar serviços que funcionam 24 horas. Sem dúvida, não é o caso de tentar cuidar da sua saúde sozinha. A opinião de um especialista é fundamental. Mas quando o mal-estar parece simples (como a azia que aparece depois de exagerar no almoço ou uma afta que estoura após umas fatias de abacaxi), as dicas caseiras podem aliviar bastante um inconveniente.
1. Azia
Receita: Comer gengibre
Por que funciona: estudos mostram que o gingerol e shogoal presentes no gengibre são eficazes no controle de náuseas.
Riscos: contra indicado para pessoas com hipersensibilidade ao gengibre ou seus componentes. Dormencia na língua e olhos inchados após comer a raiz são sinais de alergia.
2. Cólica Menstrual
Receita: suco de abacaxi com couve
Por que funciona: a bromelina do abacaxi atua como antiinflamatória e os nutrientes cálcio e magnésio da couve são relaxantes musculares.
Riscos: pessoas hipersensíveis ao abacaxi
3. Insônia
Receita: Suco de maracujá adoçado com mel de laranjeira
Por que funciona: o maracujá é famoso por suas propriedades calmantes, sendo indicado para combater insônia, agitação, irritação e ansiedade. O mel de flor de laranjeira também tem propriedades calmantes.
Riscos: Pessoas diabéticas não podem consumir o mel, assim como menores de 1 ano de idade pelos riscos de botulismo.
4. Intestino preso
Receita: Aumente o consumo de fibras. Inclua a semente de linhaça em sucos ou frutas.
Por que funciona: as fibras aumentam o volume do bolo fecal facilitando sua eliminação.
Riscos: pessoas que aumentam o consumo de fibras também precisam beber mais líquidos, senão há o risco da prisão de ventre piorar.
5. Afta
Receita: Fazer bochechos com água e própolis ou aplicar o spray diretamente sobre a afta
Por que funciona: o própolis tem função analgésica, cicatrizante e antiinflamatória
Riscos: não existem contra indicações ao uso do própolis
6. Tosse
Receita: Mel de eucalipto com gotas de própolis
Por que funciona: o mel ajuda na expectoração e diminui a irritação da garganta. O própolis é antiinflamatório
Riscos: Pessoas diabéticas não podem consumir
Yahoo Brasil - Beleza e Saúde
1. Azia
Receita: Comer gengibre
Por que funciona: estudos mostram que o gingerol e shogoal presentes no gengibre são eficazes no controle de náuseas.
Riscos: contra indicado para pessoas com hipersensibilidade ao gengibre ou seus componentes. Dormencia na língua e olhos inchados após comer a raiz são sinais de alergia.
2. Cólica Menstrual
Receita: suco de abacaxi com couve
Por que funciona: a bromelina do abacaxi atua como antiinflamatória e os nutrientes cálcio e magnésio da couve são relaxantes musculares.
Riscos: pessoas hipersensíveis ao abacaxi
3. Insônia
Receita: Suco de maracujá adoçado com mel de laranjeira
Por que funciona: o maracujá é famoso por suas propriedades calmantes, sendo indicado para combater insônia, agitação, irritação e ansiedade. O mel de flor de laranjeira também tem propriedades calmantes.
Riscos: Pessoas diabéticas não podem consumir o mel, assim como menores de 1 ano de idade pelos riscos de botulismo.
4. Intestino preso
Receita: Aumente o consumo de fibras. Inclua a semente de linhaça em sucos ou frutas.
Por que funciona: as fibras aumentam o volume do bolo fecal facilitando sua eliminação.
Riscos: pessoas que aumentam o consumo de fibras também precisam beber mais líquidos, senão há o risco da prisão de ventre piorar.
5. Afta
Receita: Fazer bochechos com água e própolis ou aplicar o spray diretamente sobre a afta
Por que funciona: o própolis tem função analgésica, cicatrizante e antiinflamatória
Riscos: não existem contra indicações ao uso do própolis
6. Tosse
Receita: Mel de eucalipto com gotas de própolis
Por que funciona: o mel ajuda na expectoração e diminui a irritação da garganta. O própolis é antiinflamatório
Riscos: Pessoas diabéticas não podem consumir
Yahoo Brasil - Beleza e Saúde
domingo, 25 de janeiro de 2009
100 dicas para quem quer viver mais - Corpo
Embora o envelhecimento leve ao declínio do metabolismo e da massa magra, isso não significa que seja preciso comer menos; a quantidade calorica depende de peso, altura, idade, sexo e con-dições clínicas.O ideal é que toda refeição seja atraente, saborosa e variada. Para manter a massa magra, também é preciso se exercitar. Dar início a uma atividade física dá trabalho - exige disciplina, exames etc. A questão é que o sedentarismo é ainda mais trabalhoso. Afinal, não é fácil lidar com a perda de densidade óssea e de massa muscular, com o diabetes, com a hipertensão etc.
24. Uma dieta baseada apenas em alimentos como sopa, leite e café é monótona, pobre em nutrientes e desestimula a mastigação. Quem não tem problemas para mastigar deve manter a alimentação o mais sólida possível
25. Como a descida pelo esôfago fica mais difícil com a idade, prefira comidas úmidas
26. Troque pães, massas e arroz refinados pela versão integral, mais rica em fibras; o consumo de fibras é importante para melhorar um problema comum nessa fase: a prisão de ventre. Alguns fatores relacionados ao envelhecimento propiciam essa constipação, como uma diminuição da superfície de absorção do intestino, que também passa a se mover menos
27. Para facilitar a mastigação, muitos idosos adotam estratégias como descascar as maçãs ou jogar fora o bagaço da laranja. Essas atitudes devem ser evitadas, já que é nessas partes que as fibras se concentram
28. Medicamentos laxantes devem ser usados apenas com prescrição médica -a automedicação pode piorar a prisão de ventre e levar a um desgaste da mucosa intestinal, interferindo na absorção dos nutrientes
29. Evite o uso constante de antiácidos, que podem sensibilizar a mucosa gástrica e levar a uma gastrite. Idosos são mais suscetíveis aos efeitos adversos dos medicamentos por conta da redução da funcionalidade de vários sistemas fisiológicos e das alterações no metabolismo e na excreção das substâncias
30. Fique atento ao consumo de cálcio, importante para a saúde óssea. Leite e derivados são as principais fontes do nutriente. Prefira os desnatados
31.Aproveite o efeito purgante do mamão, da laranja e da ameixa
32. A percepção de sede diminui, e isso torna o idoso mais vulnerável à desidratação e agrava a prisão de ventre. Uma forma de estimular o consumo de líquidos é manter jarras de água em locais visíveis pela casa -para tornar a bebida mais atraente, aromatize com folhas de hortelã ou fatias de limão
33. Gelatina é uma boa fonte de hidratação. A versão dietética é interessante para quem está acima do peso
34.Com o envelhecimento, o paladar também sofre alterações. A percepção do sal, por exemplo, diminui, o que pode levar a um consumo de alimentos muito salgados. Para tornar a comida mais saborosa sem exagerar no sal, tempere os alimentos com ervas
35.A flacidez muscular não atinge só braços e pernas. Ela também afeta os órgãos fonoarticulatórios e pode gerar problemas como o desvio de alimentos para o pulmão. Engasgos e tosses freqüentes, principalmente durante as refeições, devem ser informados ao otorrino
36. Mastigar projetando a língua para a frente também é conseqüência dessa flacidez. É possível reverter o problema com tratamento fonoaudiológico
37. Alongamento melhora a flexibilidade e a reposta do corpo aos exercícios
38. Atividades aeróbicas, como caminhadas, ajudam a reforçar os sistemas cardiovascular e respiratório. Mas idosos também precisam de musculação. Além de combater a perda natural de massa muscular, a musculação diminui a vulnerabilidade a quedas e ajuda a aumentar a densidade óssea
39. A hidroginástica é um bom exercício para quem tem osteoporose e quer fazer uma atividade aeróbica, mas não ajuda a saúde óssea -um fator que ajuda a aumentar a densidade óssea é o impacto, e a hidroginástica amortece esse efeito
40. Se optar por caminhadas, é melhor investir mais na regularidade do que na intensidade, evitar locais muito poluídos, usar roupas e tênis adequados e proteger-se do sol
41. Pratique esportes. Alguns esportes já ganharam versões para a terceira idade.
24. Uma dieta baseada apenas em alimentos como sopa, leite e café é monótona, pobre em nutrientes e desestimula a mastigação. Quem não tem problemas para mastigar deve manter a alimentação o mais sólida possível
25. Como a descida pelo esôfago fica mais difícil com a idade, prefira comidas úmidas
26. Troque pães, massas e arroz refinados pela versão integral, mais rica em fibras; o consumo de fibras é importante para melhorar um problema comum nessa fase: a prisão de ventre. Alguns fatores relacionados ao envelhecimento propiciam essa constipação, como uma diminuição da superfície de absorção do intestino, que também passa a se mover menos
27. Para facilitar a mastigação, muitos idosos adotam estratégias como descascar as maçãs ou jogar fora o bagaço da laranja. Essas atitudes devem ser evitadas, já que é nessas partes que as fibras se concentram
28. Medicamentos laxantes devem ser usados apenas com prescrição médica -a automedicação pode piorar a prisão de ventre e levar a um desgaste da mucosa intestinal, interferindo na absorção dos nutrientes
29. Evite o uso constante de antiácidos, que podem sensibilizar a mucosa gástrica e levar a uma gastrite. Idosos são mais suscetíveis aos efeitos adversos dos medicamentos por conta da redução da funcionalidade de vários sistemas fisiológicos e das alterações no metabolismo e na excreção das substâncias
30. Fique atento ao consumo de cálcio, importante para a saúde óssea. Leite e derivados são as principais fontes do nutriente. Prefira os desnatados
31.Aproveite o efeito purgante do mamão, da laranja e da ameixa
32. A percepção de sede diminui, e isso torna o idoso mais vulnerável à desidratação e agrava a prisão de ventre. Uma forma de estimular o consumo de líquidos é manter jarras de água em locais visíveis pela casa -para tornar a bebida mais atraente, aromatize com folhas de hortelã ou fatias de limão
33. Gelatina é uma boa fonte de hidratação. A versão dietética é interessante para quem está acima do peso
34.Com o envelhecimento, o paladar também sofre alterações. A percepção do sal, por exemplo, diminui, o que pode levar a um consumo de alimentos muito salgados. Para tornar a comida mais saborosa sem exagerar no sal, tempere os alimentos com ervas
35.A flacidez muscular não atinge só braços e pernas. Ela também afeta os órgãos fonoarticulatórios e pode gerar problemas como o desvio de alimentos para o pulmão. Engasgos e tosses freqüentes, principalmente durante as refeições, devem ser informados ao otorrino
36. Mastigar projetando a língua para a frente também é conseqüência dessa flacidez. É possível reverter o problema com tratamento fonoaudiológico
37. Alongamento melhora a flexibilidade e a reposta do corpo aos exercícios
38. Atividades aeróbicas, como caminhadas, ajudam a reforçar os sistemas cardiovascular e respiratório. Mas idosos também precisam de musculação. Além de combater a perda natural de massa muscular, a musculação diminui a vulnerabilidade a quedas e ajuda a aumentar a densidade óssea
39. A hidroginástica é um bom exercício para quem tem osteoporose e quer fazer uma atividade aeróbica, mas não ajuda a saúde óssea -um fator que ajuda a aumentar a densidade óssea é o impacto, e a hidroginástica amortece esse efeito
40. Se optar por caminhadas, é melhor investir mais na regularidade do que na intensidade, evitar locais muito poluídos, usar roupas e tênis adequados e proteger-se do sol
41. Pratique esportes. Alguns esportes já ganharam versões para a terceira idade.
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Quinua Real - o cereal sagrado dos Incas
Para quem não conhece, a QUINUA REAL é um grão originário do Altiplano Boliviano. Foi classificada como o melhor alimento vegetal para o consumo humano, pela Academia de Ciências dos Estados Unidos e selecionada pela Nasa para integrar a dieta dos Astronautas em vôos espaciais de longa duração. Estudos mostram que seu extraordinário valor nutriticional - só comparado ao leite materno - a torna o alimento mais completo do planeta, muito superior aos de origem animal, como a carne, o leite, os ovos e o peixe.A contribuição de proteína para o conteúdo de energia total da QUINUA REAL é 23%; 20% é de gordura e os restantes são de carboidratos. Sua qualidade nutricional é melhor que a da soja, com sais minerais, vitaminas e aminoácidos balanceados. Apesar de altamente protéicos, os grãos não possuem o glúten, proteína encontrada no trigo que impede pessoas alérgicas de comer pão, macarrão ou biscoito.
"Se tivesse que escolher um alimento para sobreviver escolheria a QUINUA" Duane Johnson, Universidade do Colorado.
Encontramos para comprar em lojas de produtos naturais, nas formas de farinhas, flocos ou grãos.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Suplementos não evitam câncer
O consumo de suplementos alimentares com vitaminas antioxidantes não reduz a incidência de casos de câncer nem a mortalidade pela doença, aponta estudo realizado pelo Brigham and Women's Hospital, dos EUA, e pela Harvard Medical School, e publicado em dezembro no "Journal of the National Cancer Institute".Os pesquisadores avaliaram os efeitos do consumo dos suplementos de betacaroteno, vitamina C e vitamina E em 7.627 mulheres com mais de 60 anos durante nove anos e meio. Nesse período, elas tomaram porções individuais ou combinadas dos suplementos e foram comparadas ao grupo de mulheres que recebeu placebos. No total, 624 mulheres desenvolveram cânceres invasivos e 176 morreram em consequência da doença. Comparadas com mulheres que tomaram placebo, o risco de desenvolver a doença foi quase idêntico nos dois grupos.Também foi verificada pouca diferença nos casos de morte. O risco aumentou 28% em mulheres que tomaram vitamina C, diminuiu 13% naquelas que tomaram vitamina E, e caiu 16% no grupo do betacaroteno. Segundo Jennifer Lin, uma das autoras do estudo, essa é a primeira pesquisa de grande porte que avalia os resultados do consumo de suplementos a longo prazo. "Muitos estudos testam os efeitos de antioxidantes na prevenção do câncer. Diferentemente da maioria, o nosso estudo avaliou o efeito combinado e individual de três substâncias durante quase dez anos", disse Lin à Folha. Os antioxidantes estão presentes naturalmente em vários alimentos, principalmente em frutas, legumes e verduras. É sabido que eles proporcionam uma proteção no ciclo celular porque neutralizam a ação dos radicais livres (moléculas produzidas pelo organismo que podem prejudicar a multiplicação celular e provocar câncer). Por isso, acreditava-se que o consumo de suplementos dessas substâncias teria o mesmo efeito proporcionado pela ingestão regular de frutas, legumes e verduras."Alguns estudos in vitro sugeriam que suplementos de antioxidantes teriam efeitos positivos na prevenção do câncer, mas a maioria dos testes clínicos não constatou isso", afirmou a pesquisadora.Segundo o oncologista Hakaru Tadokoro, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), os resultados do estudo reforçam a tese de que a suplementação sozinha não é suficiente para prevenir a doença."Existem casos em que o consumo exagerado de suplementos pode até aumentar o risco. Por isso, o ideal é manter uma dieta rica em frutas, legumes e verduras, pois, além das vitaminas, eles têm outras substâncias benéficas para o organismo", diz.
Por
FERNANDA BASSETTE
RACHEL BOTELHO
Por
FERNANDA BASSETTE
RACHEL BOTELHO
domingo, 21 de dezembro de 2008
Dieta mediterrânea
Apesar dos diversos estudos que apontam a dieta mediterrânea -rica em vegetais, cereais integrais e gorduras insaturadas e pobre em laticínios, carne vermelha e doces- como protetora do sistema cardiovascular, para a realidade do brasileiro ela não basta, argumenta Heno Lopes. "Para a síndrome metabólica, que virou até um modismo, o estresse contribui bastante, não basta comer bem. É o estilo de vida, é esse conjunto que é mais importante". A atividade física é parte essencial nesse tipo de dieta e está na base da pirâmide alimentar.Outro problema é misturar dietas, alega Cláudia Cozer. "Alguns alimentos da dieta mediterrânea são calóricos e podem engordar se consumidos em outras dietas." Quando se segue a dieta mediterrânea, é possível consumir até três porções de frutas oleaginosas (o equivalente a uma xícara e meia de chá por dia). Em uma dieta convencional, a indicação é de meia xícara diária.
AZEITE - Nozes e amêndoas ajudam a diminuir gordura abdominal (cont.)
Já o melhor resultado das frutas secas sobre o azeite pode ser explicado por inúmeros fatores. "As nozes poderiam ter efeito na síndrome metabólica por múltiplos mecanismos: são ricas em substâncias com propriedades antiinflamatórias (magnésio, fibra, arginina) e antioxidantes, que trariam efeitos benéficos", disse Salas.A presença de triptofano nesses alimentos também pode ajudar. As nozes são ricas nesse substrato usado para fabricar serotonina, que ajuda na sensação de saciedade. O consumo das frutas, então, ajudaria na menor ingestão de outros alimentos. "Uma vantagem das oleaginosas é a riqueza em gordura monoinsaturada. Essas frutas têm bastante fibra, que diminui absorção de colesterol", acrescenta o cardiologista Heno Lopes, coordenador do Ambulatório de Síndrome Metabólica do InCor (Instituto do Coração) de São Paulo.Para tirar proveito dos efeitos benéficos do azeite, a endocrinologista Cláudia Cozer aconselha o consumo de duas colheres de chá por refeição. "Se a dieta mediterrânea for seguida à risca, é possível usar à vontade nas principais refeições", acrescenta.
Nozes e amêndoas ajudam a diminuir gordura abdominal
Frutas oleaginosas, como nozes, avelãs e amêndoas, ajudam a controlar a síndrome metabólica -associação de fatores de risco para doenças cardiovasculares relacionados à gordura abdominal e à resistência à insulina - com mais eficiência do que uma dieta de baixo teor de gordura e do que o azeite de oliva. Foi o que constatou um estudo espanhol publicado no "Archives of Internal Medicine", realizado com 1.224 participantes -61,4% tinham três ou mais fatores da síndrome.Durante um ano, os voluntários consumiram uma dieta mediterrânea suplementada com 30 g diárias de oleaginosas, a mesma dieta adicionada de um litro semanal de azeite ou uma dieta pobre em gorduras vegetais e animais, todas sem restrição calórica.Entre os que usaram as frutas, a redução na prevalência dos fatores da síndrome metabólica foi de 13,7% -contra 6,7% de redução entre os que consumiram azeite e de somente 2% entre os que mantiveram dieta pobre em gordura. "Esse artigo gera uma hipótese interessante, mostra que reduzir gorduras pode não ser a melhor estratégia nesse caso", diz o endocrinologista Walmir Coutinho, da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).Uma das hipóteses para o baixo desempenho da dieta pobre em gordura é a compensação em carboidratos, que, em excesso, aumentam o nível de triglicérides, um dos fatores da síndrome metabólica. "A diminuição da gordura abdominal no grupo que consumiu as nozes é plausível, pois estão associadas ao aumento da saciedade e menor adiposidade. O efeito antiinflamatório dessa dieta pode estar ligado à redistribuição de gordura. Quando se substituem carboidratos de alto teor glicêmico pelas gorduras insaturadas do azeite e das nozes, os níveis de triglicérides caem e os de HDL sobem", disse à Folha Jordi Salas, professor de nutrição da Universidade de Rovira e Virgili (Espanha) e líder da pesquisa.
Por JULLIANE SILVEIRA
Por JULLIANE SILVEIRA
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Doenças Modernas
À medida que a sociedade avança, os desafios impostos para a saúde pública também evoluem. É o que se pode confirmar com o último perfil da mortalidade do brasileiro, divulgado pelo Ministério da Saúde. Ele traz boas e más notícias.Segundo o estudo, "doenças da modernidade" são as que mais matam no país. Já ficou para a história o período em que as moléstias infecciosas e parasitárias -tais como as diarréias, tuberculose e malária- eram o retrato da mortandade nacional. A urbanização e o desenvolvimento provocaram uma expansão das mortes por enfermidades crônicas e por causas externas.Os males do aparelho circulatório -associados a má alimentação, consumo excessivo de álcool, tabagismo e falta de atividade física- lideram o ranking (32,2%). Câncer é a segunda causa (16,7%), seguida de homicídios e acidentes de trânsito (14,5%). Depois, vêm as doenças do aparelho respiratório (11,1 %).Na conta das boas notícias, está uma relacionada às mulheres. Houve uma diminuição na incidência de câncer de colo de útero. Isso se deve a campanhas educativas e a exames preventivos mais disseminados. Em contrapartida, o câncer de mama avançou. A última Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), segundo os autores, comprova prática insuficiente de exames como mamografia.Os homens, por outro lado, são mais afetados pelas causas externas -homicídio e violência no trânsito- do que as mulheres. Embora as estatísticas demonstrem que há uma tendência de queda nos homicídios, o volume dessas mortes ainda se mantém em patamar elevado.Apesar dos avanços institucionais e econômicos verificados nas últimas décadas, 41,2% dos óbitos registrados no ano de 2005 ocorreram prematuramente, isto é, antes de a pessoa completar 60 anos de idade.À luz desses dados, o poder público está diante do desafio de viabilizar, além do atendimento preventivo, ambulatorial e hospitalar, uma infra-estrutura urbana que permita uma vida mais saudável. Além disso, o rápido envelhecimento da população logo produzirá impactos sobre o sistema de saúde.
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domingo, 14 de dezembro de 2008
10 alimentos que combatem o envelhecimento precoce
#10. UVATem muitas fibras e tem resveratrol, flavonóide da casca da uva, deixa sistema imunológico e mas artérias mais jovens, reduzindo câncer, derrame, perda da memória e doenças cardíacas. O resveratrol também vem sendo relacionado com a inibição da carcinogênese. Com propriedades laxativas e diuréticas, as uvas estimulam as funções do fígado, deixando você bem-disposta e com a pele mais bonita. Tem mais: além de serem boa fonte de vitamina C, ferro e potássio, elas contêm pectina (fibra) e bioflavonóides, que evitam o envelhecimento precoce. A uva vermelha ou preta, presente no suco, ajuda a aumentar o colesterol bom e evita o acúmulo de gordura nas artérias, prevenindo doenças do coração. Tanto a casca quanto a semente da uva, utilizadas na fabricação do vinho, possuem substâncias antioxidantes, conhecidas como polifenóis, poderosos aliados no combate aos radicais livres.
10 alimentos que combatem o envelhecimento precoce
#9. SEMENTE DE LINHAÇADiversos estudos indicam que a linhaça é uma das principais fontes de ácidos graxos do tipo ômega 3. Trabalhos científicos já comprovaram que o óleo de linhaça tem 60% de ômega 3, enquanto o óleo de salmão tem metade, ou seja, 30%. Portanto é uma ótima opção para quem não gosta de peixe ou não pode ter acesso a ele e pretende obter a proteção daquele óleo que é fundamental à nossa saúde. O ômega 3 é protetor contra as doenças cardiovasculares, pressão alta, trombose, desenvolvimento e crescimento das crianças, doenças auto-imunes, diminui o colesterol, ajuda a controlar o açúcar no sangue e inclusive melhora o ressecamento da lágrima. Pode também ativar o metabolismo, auxiliando a combater a obesidade. Aumenta a imunidade devido ao alto poder antioxidante; previne câncer de mama e próstata. O alimento é extremamente rico em ácidos graxos ômega 3, baixa o colesterol ruim e a taxa de triglicérides devendo ser consumidos de preferência diariamente, no café da manhã. Estudos recentes atribuem à linhaça propriedades que ajudam a controlar os hormônios. Ela amenizaria os efeitos da TPM e os fogachos da menopausa. Para diminuir o colesterol ruim (LDL), sintomas de TPM e menopausa, consuma diariamente 1 colher (sopa) de semente de linhaça triturada sobre os alimentos. A semente de linhaça ajuda na prevenção do câncer de mama por neutralizar a ação do estrógeno sobre essa glândula. A semente de linhaça protege e evita a formação de tumores, pois contém 27 componentes anticancerígenos um deles é a LIGNINA (fitoesteróides), substância que imita o estrógeno. Contém 100 vezes mais Lignina que os melhores grãos integrais. Nenhum outro vegetal conhecido até hoje tem esta quantidade de lignina. Estes benefícios estão relacionados ao fato da lignina ser a precursora dos hormônios enterodiol e enterolactona e estes exercerem atividade sobre o nível de estrogênio.
10 alimentos que combatem o envelhecimento precoce
#8. IOGURTEO iogurte semi ou desnatado tem mais cálcio por porção do que qualquer outro laticínio. É também uma importante fonte de proteínas, zinco e vitaminas A e do complexo B. O valor desse alimento está nos 6 milhões de bactérias probióticas (benéficas à saúde) por mililitro. Além de equilibrar a microflora intestinal, elas auxiliam no trabalho de absorção dos nutrientes, prevenindo infecções causadas por fungos, melhora a imunidade, aumentam a absorção de cálcio pelo organismo, controla o colesterol e reduz o risco de câncer. A sua ingestão é uma fonte de ajuda no crescimento das crianças. Mais ainda: o iogurte atenua as olheiras...
Um copo de iogurte por dia já traz todos esses benefícios desde que não tenha corantes, conservantes, espessantes nem adição de açúcar - tudo isso pode atrapalhar a sobrevivência das bactérias no organismo. A quantidade de cálcio diária ideal para ser ingerida é de 1000 a 1200 mg ao dia após a menopausa. 1 copo de iogurte tem aproximadamente 300 mg de cálcio. Calorias 90.
10 alimentos que combatem o envelhecimento precoce
#7. CASTANHA-DO-PARÁAuxilia na prevenção de problemas cardíacos. Também ganhou o selo de redutora de doenças cardiovasculares da FDA. Ao ingerir cinco ou seis nozes antes da refeição, você se sente saciado mais rápido e por mais tempo. As mulheres ficarão 3,4 anos mais jovens e os homens, 4,4 anos. Ela é fonte de vitamina E selênio, que colaboram para frear a produção de radicais livres, desacelerar o envelhecimento e reduzir o risco de doenças do coração. O mineral, ingerido em doses recomendadas (entre 55 e 70 gramas por dia), previne câncer, atua no equilíbrio do hormônio da glândula tireóide, fortalece a imunidade, reduz a toxidade de metais pesados e age no combate aos radicais livres. Apenas uma noz é suficiente para suprir as necessidades diárias de Selênio no organismo humano. A castanha-do-pará, por exemplo, já ficou famosa por seu alto teor de selênio, mineral que atua no equilíbrio da tiróide (evitando oscilações de peso), previne tumores, fortalece o sistema imunológico e protege contra a ação dos radicais livres.
10 alimentos que combatem o envelhecimento precoce
# 6. TOMATEDevemos comer o ano inteiro. Diminui 40% de câncer de esôfago se você comer apenas um tomate por semana. Um tomate cru de tamanho médio contém somente 25 calorias. Tem licopeno, retarda envelhecimento das células da próstata. O cozimento do tomate facilita a absorção do licopeno pelo corpo, portanto o molho de tomate cozido é melhor do que o tomate cru. Coloque azeite de oliva no tomate, para absorver melhor o licopeno. Se for beber suco de tomate coma alguma nozes antes (gordura), pois facilita a absorção do licopeno. 10 colheres de molho de tomate ingeridas semanalmente podem reduzir em 50% o risco de ocorrência de 11 tipos de câncer. Além de ser uma boa fonte de vitamina C, o tomate é ideal para quem quer perder peso, pois contém poucas calorias. 0 tomate funciona como antitóxico e laxante e ajuda o organismo a combater infecções. Além disso, é um excelente depurador do sangue. Também é rico em sais minerais, tais como: potássio, sódio, fósforo, cálcio, magnésio e ferro. Nunca compre tomates com manchas escuras, partes podres ou emboloradas. Nem compre os verdes, que amadurecem fora do pé, pois eles têm menos vitaminas que os maduros. Escolha sempre os bem vermelhos, firmes e com a casca lisa. Auxilia na prevenção do câncer de próstata. Quantidade recomendada: uma colher e meia (sopa) de molho de tomate por dia.
10 alimentos que combatem o envelhecimento precoce
#5. AZEITE DE OLIVAEvitar todos os óleos vegetais parcialmente hidrogenados reduzirá sua idade verdadeira em 2,7 anos. Azeites com baixa acidez (de até 0,8%) são chamados de extravirgem e são os de maior qualidade. Para ter essa característica, não podem passar por processos térmicos ou químicos. Sua extração é feita a frio, a temperaturas inferiores a 27ºC, de maneira a conservar melhor aroma e sabor. Ajuda a prevenir a arteriosclerose e seus riscos; melhora o funcionamento do estômago e do pâncreas; digere-se com maior facilidade do que qualquer outra gordura comestível, não tem colesterol e proporciona a mesma caloria dos outros óleos; acelera as funções metabólicas. Azeite extra virgem tem muitos antioxidantes anticancerígenos: ômega 3 e esqualeno (que é um composto que previne câncer de cólon). Extravirgem significa que o nível de acidez é menor que 1%, vindo da primeira prensagem das azeitonas, que foram processadas a frio (processo que preserva os nutrientes e matém o sabor). Quanto mais escuro, mais o sabor é acentuado. Auxilia na redução do LDL. Sua ingestão no lugar de margarina ou manteiga pode reduzir em até 40% o risco de doenças do coração e aumenta o HDL. Quantidade recomendada: 15 mililitros por dia ou uma colher (de sopa rasa). Cada grama de azeite tem 9 calorias. 1 colher de sopa tem 125 calorias.
10 alimentos que combatem o envelhecimento precoce
#4.SOJAA soja é reconhecidamente o alimento que tem maior teor protéico. Ajuda a reduzir o risco de doenças cardiovasculares, segundo a FDA. Seu consumo regular pode diminuir os níveis de colesterol ruim em mais de 10%. Há indicações de que também ajuda a amenizar os incômodos da menopausa e a prevenir o câncer de mama e de cólon. Quantidade recomendada: 150 gramas de grão de soja por dia, o equivalente a uma xícara de chá (para reduzir o colesterol). As substancias presentes na soja atuam devido ao fato de que a leguminosa é rica em isoflavonas. É um fitoestrôgenio, pois imita o estrógeno (hormônio sexual feminino). Quando elas entram no organismo da mulher na menopausa, são capturadas pela mesma proteína que carrega o hormônio estrógeno. Essa proteína leva as isoflavonas até o receptor do estrógeno, onde elas irão atuar como o hormônio, fazendo o papel dele no corpo da mulher. Consumida três vezes por semana a partir dos 25 anos, ajuda as mulheres a manterem os níveis de hormônios regulares depois da menopausa.
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