Desculpai-me não ser bem eu:
mas um fantasma de tudo.
Recebereis em mim muitos mil anos, é certo
com suas sombras, porém, suas intermináveis
sombras.
Desculpai-me viver ainda:
que os destroços, mesmo os da glória,
são na verdade só destroços, destroços.
(Trecho)
Pesquisar este blog
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário