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segunda-feira, 1 de junho de 2009

O nosso cérebro...

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Ltera etejsa no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.

Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito..

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4
M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3
F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3
N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310
COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3
V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3,
S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO?
POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O!
SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!

Cuidado com os pés diminui risco de amputação entre diabéticos

Os diabéticos sabem que devem cuidar de seus pés. Infelizmente ainda vemos muitos casos de amputações de nas extremidades inferiores, dedos e pés. Em nosso país a doença é a primeira causa das amputações não traumáticas de membros inferiores.

Segundo o Ministério da Saúde, o diabetes atinge 5,2% dos adultos acima dos 18 anos, correspondendo a aproximadamente 6 milhões de pessoas. As causas principais das amputações são as infecções e os pequenos ferimentos. Os diabéticos apresentam diminuição da sensibilidade e diminuição da irrigação sanguínea. Esses fatores facilitam a instalação das infecções e dificultam o tratamento.

A prevenção do diabetes e seu tratamento adequado poderiam diminuir o número de pacientes que precisam passar por essas cirurgias mutiladoras. Pesquisadores descobriram que pacientes diabéticos, portadores de diabetes tipo 2, o mais comum, agora têm nova arma contra esse problema. Usar um tipo de medicação que ajuda a controlar as gorduras do sangue chamadas de fenofibratos diminui o risco de amputações nesses pacientes.

A conclusão veio após o acompanhamento de mais de 10 mil diabéticos por cinco anos. A utilização dos fenofibratos cortou em 36% o risco de amputações nos participantes do estudo.
Os especialistas recomendam que, além do tratamento medicamentoso, os diabéticos tomem muito cuidado com seus pés. Após a higiene rigorosa, os pés devem ser mantidos secos e os calçados devem ser sempre confortáveis e bem ajustados.

Por Luis Fernando Correia - médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN.

Uma Informação Útil

Basta digitar o nome do remédio desejado no site abaixo, e você terá também os genéricos e os similares de todas as marcas com os respectivos preços em todo o Território Nacional. Façam bom uso.

http://www.consultaremedios.com.br/

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Dunga se emociona ao falar sobre drama familiar: 'Pressão sofre a minha mãe'

O técnico Dunga concedeu uma entrevista ao programa "Painel RBS", na qual expôs pela primeira vez os problemas que vive em seu lado pessoal. Habitualmente sisudo, Dunga se emocionou e ficou com os olhos marejados ao falar sobre o pai, que sofre há oito anos com o mal de Alzheimer. O assunto foi abordado voluntariamente pelo próprio Dunga, que respondia sobre a pressão que recebe por ser treinador da seleção brasileira. - Eu acho que isso (pressão) se resolve com trabalho, não tem outro jeito. Não existe pressão maior do que a minha mãe sofre. Faz oito anos que meu pai tem mal de Alzheimer, e em nenhum momento ela fraquejou. Então não serei eu a fraquejar. Podem falar o que quiser, não existe nada pior do que isso - disse o treinador da seleção, muito emocionado.

Por Globoesporte.com

Políticas públicas sobre redução de violência contra idosos necessitam de adequação

A implantação das leis e políticas que contemplam a redução da violência e a proteção ao idoso necessita de medidas de adequação para esta parte da população vítima de violência e que sofre com problemas mentais. É o que mostra a pesquisa Análise diagnóstica de sistemas locais de saúde para atender aos agravos provocados por acidentes e violências contra idosos, conduzida pela pesquisadora Edinilsa Ramos de Souza, do Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde (Claves/Ensp/Fiocruz). O projeto foi realizado com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os resultados estão sendo apresentados nas cinco cidades pesquisadas com o objetivo de debater as necessidades de adequação da estrutura e da organização da rede de serviços para atendimento ao idoso em situação de violência.

A pesquisa foi realizada em Manaus, Recife , Brasília, Rio de Janeiro e Curitiba com a finalidade de investigar a situação da rede de atendimento à saúde das pessoas idosas vítimas de violência e com problemas mentais, bem como desenvolver um instrumento de análise diagnóstica sobre a implantação da Política de Redução de Acidentes e Violências para o atendimento. Pela análise dos indicadores, as políticas que contemplam a redução da violência e a proteção ao idoso apresentam uma situação bastante desigual nas capitais estudadas. Recife e Manaus, por exemplo, cumprem menos as diretrizes recomendadas em todos os níveis do atendimento nos serviços clínicos e de saúde mental, enquanto Rio de Janeiro e Curitiba satisfazem melhor os parâmetros estabelecidos pelas políticas.

De acordo com Edinilsa, avanços foram percebidos, mas muitos desafios precisam ser vencidos em relação à atenção adequada à pessoa idosa vítima de violência e aos que sofrem de problemas mentais. "A questão da violência requer novas abordagens do atendimento (integralidade, interdisciplinaridade e intersetorialidade) ainda em processo de construção na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências ainda é pouco divulgada e quase desconhecida; representa um desafio realizar a sua capilarização no sistema, assim como o enfrentamento do problema".

A Política de Saúde Mental encontra-se em processo de implantação, de acordo com a pesquisadora. No entanto, para ela, este é um momento fundamental para a inclusão da violência como problema de saúde, sendo os idosos um grupo de extrema vulnerabilidade. "A garantia de um atendimento voltado às especificidades desse grupo poderia contribuir tanto para prevenir a maioria dos abusos como também problemas mentais".

Fonte: FIOCRUZ - http://www.fiocruz.br/

Fundação Ruben Berta

Os pacientes que dependem de medicamentos importados, sem similar no Brasil, podem novamente contar com o apoio da Fundação Ruben Berta. Após quase 1 ano de atividades suspensas, o Serviço Humanitário de Transporte de Medicamentos é reativado a partir de uma parceria com a VarigLog, que ficará responsável pelo transporte dos medicamentos. Este serviço possibilita ao público o acesso à medicamentos de necessidade vitais advindos dos Estados Unidos e Europa, sem custo de transporte e com total controle da operação Fundação Ruben Berta, que assume toda a intermediação de solicitações entre pacientes e distribuidores, desde a encomenda, acompanhamento, retirada e entrega, além do contato com a Vigilância Sanitária e a Receita Federal.

Mesmo diante de uma crescente procura por este serviço, suas características humanitárias foram preservadas. Ou seja, o transporte permanece gratuito de sua origem até Guarulhos e o paciente paga estritamente o custo do medicamento. Nos casos de entrega fora de Guarulhos, o paciente fica responsável pelo traslado Guarulhos - cidade de destino. A iniciativa da Fundação Ruben Berta e VarigLog na retomada deste serviço é uma relevante demonstração de compromisso com a sociedade e a qualidade de vida das pessoas. O setor de Medicamentos do Exterior funciona no prédio da Fundação Ruben Berta em Congonhas e atende pacientes de todo o Brasil.

Endereço:
Praça Comandante Lineu Gomes, s/nºAeroporto de Congonhas - São Paulo - SP
CEP: 04.626-020
Tel./Fax: (11) 5090 8001
http://www.rubenberta.org.br/htdocs/medicinaexterior.html

Atenção: O seu salão é seguro?

Um salão seguro tem provas disto na entrada: A vigilância sanitária fornece autorizações de funcionamento. Se o salão que você freqüenta foi fiscalizado e recebeu aprovação, há um certificado que comprove o sinal verde. O ideal é que este documento seja mantido em um lugar visível, a mostro logo de quem entra.

Bê-á-bá da esterilização: O assunto é um dos mais polêmicos, e não é para menos. A higiene de alicates e tesouras precisa seguir à risca os procedimentos de esterilização, evitando micoses, infecções e até doenças mais sérias, como hepatite B e C. A esterilização ideal é feita numa estufa ou numa autoclave, onde o material deve permanecer por uma hora, no mínimo. Na estufa, o prazo pode se estender para o dobro, caso o aparelho não atinja temperaturas muito altas. A autoclave traz mais segurança do que a estufa, porque o equipamento tem uma trava de segurança que só permite a abertura após o término do ciclo de esterilização. Já a estufa pode ser aberta a qualquer momento, o que compromete a eficácia da higienização .Outro cuidado que poucas manicures têm é a lavagem dos utensílios, com água e sabão, antes de colocá-los para esterilizar. Isso é necessário para remover restos de pele e resíduos que podem ficar grudados e prejudicar a esterilização.

Manutenção da autoclave: Os aparelhos usados para esterilização devem ser revisados a cada seis meses. Como saber se o salão faz isso? Simples, pedindo que o gerente mantenha, ao lado do equipamento, uma planilha com as datas de manutenção e o nome da empresa responsável pelo serviço. Se isso não acontecer, a dica é pedir para olhar as notas fiscais que comprovam a realização do procedimento, como fazem os fiscais da vigilância na hora da inspeção.

Pés e mãos de molho numa bacia com água: Desde que a bacia seja lavada, com água e sabão, a cada troca de cliente, não há problema. Mas, como isso raramente acontece, muitos salões adotaram as capinhas de plástico descartável, que são trocadas mais facilmente. O procedimento está de acordo com as regras da vigilância, porque protege você do contato com substâncias contaminadas. As capinhas para os pés, muitos usadas, também são higiênicas e protegem você de contaminações.

Kit de lixas e palitos descartáveis: Não só os alicates e as tesouras devem ser limpos, mas todo o resto do material. Como colocar as lixas para esterilizar vai inutilizá-las, o ideal é que a manicure use tudo descartável ou tenha um kit com o seu nome reservado. As pinças também precisam de cuidados, sendo lavadas com água e sabão ou higienizadas com álcool após cada uso.

Cuidado com o hidratante e o algodão: A esterilização está adequada e as lixas são todas descartáveis. Mas, terminando de retirar as cutículas, sua manicure enfia a mão num pote de creme, pensando em hidratar e fazer uma massagem em você. O gesto, simples e corriqueiro, pode contaminar todo o produto com restos de unha e microorganismos já pensou se a cliente anterior tinha micose? O ideal é que ela lave as mãos antes de aplicar o creme ou use produtos em bisnagas, por exemplo (assim, só há o contato com a quantidade que será usada na hora). O algodão também deve permanecer em potes fechados, sem contato com os demais materiais.

Escovas de cabelo bem limpinhas: Esqueça o copo de água cheio de escovas e pentes de molho. Isso também é bastante inadequado (tanto quanto manter os acessórios num carrinho, pegando pó e acumulando restos de produtos usados nos procedimentos). Após cada atendimento, o profissional deve lavar as escovas e os pentes, usando água e sabão. Eles devem ser postos ao ar livre para secar.

Cera sem nenhum reaproveitamento: A cera usada na depilação precisa ser descartável, independente da área onde ela é aplicada (é comum ouvir das depiladoras que somente o produto usado nas áreas íntimas segue para o lixo). A cera é registrada como um cosmético e prevê uso único. O fabricante não tem idéia do que pode acontecer no seu corpo com o reaproveitamento , afirma a diretora da Vigilância Sanitária de São Paulo.

A manicure é boa, mas a limpeza nem tanto: Se você já percebeu que o salão deixa a desejar na higiene, mas tem dó de trocar, o jeito é investir no seu próprio material. Leve tudo, incluindo o hidratante, e evite sofrer as conseqüências da falta de higiene.

Multas: o salão que é flagrado descumprindo normas de funcionamento recebe multas que variam de R$ 800 a R$ 8 mil reais, na primeira. O valor dobra com a reincidência e o salão pode até fechar se os técnicos acharem que as correções não são suficientes.

Por MinhaVida