Estima-se que, no Brasil, 70% dos idosos sofram de perda de audição provocada pelo envelhecimento. Muitos deles, porém, não se identificam com o problema. Isso porque parte da audição deles continua, de fato, muito boa: a responsável pela identificação dos sons graves, que formam o corpo das palavras. O problema está na capacidade de distinguir sons agudos. Daí a queixa comum nos consultórios: escuto, mas não entendo.
85. Não eleve a voz -isso apenas distorce o som e incomoda o idoso, que tem menos proteção contra sons de alta intensidade; em vez disso, fale devagar
86. Converse mostrando o rosto ao idoso, e em um ambiente iluminado e silencioso
87. Após os 60 anos, inclua a visita ao otorrino no check-up
88. Não compre um aparelho auditivo sem indicação profissional e sem testar o equipamento. No procedimento correto, o otorrino indica o uso do aparelho e o fonoaudiólogo faz a seleção e o teste da prótese auditiva. É preciso testar em domicílio, por cerca de um mês. Testar o equipamento só no consultório é arriscado, já que se trata de um local mais silencioso, que pode não corresponder ao ambiente em que o paciente vive
89. Com o envelhecimento, há uma tendência ao acúmulo de cera no ouvido. Se isso ocorrer, consulte um otorrino sobre a necessidade de uma lavagem
90. Não use cotonete para retirar o excesso de cera -no máximo, use uma toalha úmida na ponta do dedo
91. A prega vocal também é formada por tecido muscular e tende a ficar mais flácida com o envelhecimento, deixando a voz mais fraca. Essa alteração, porém, pode ser resolvida com exercícios específicos
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