No Brasil, cerca de 29% dos idosos sofrem quedas ao menos uma vez por ano e 13% caem de forma recorrente. Além das fraturas, principalmente na região do quadril, há o risco de morte: as quedas correspondem a dois terços das mortes acidentais. O medo de cair pode afetar a qualidade de vida do idoso, que tende a diminuir a freqüência dos passeios ou dos banhos.
1. Mexer o pé antes de se levantar da cadeira melhora a irrigação sangüínea nos membros inferiores
2. Evite chinelos, tamancos e demais calçados soltos no pé
3. Não deixe os fios dos eletrodomésticos soltos pelo chão
4. Trocar lâmpada e retirar a cortina são atividades arriscadas porque exigem que a pessoa estenda a cabeça para trás, o que causa uma tontura momentânea
5. Atividades físicas que proporcionam o aumento da força muscular são fundamentais; pernas fortes dão mais estabilidade na hora de subir escadas, caminhar ou levantar da cadeira
6. Óculos com lentes multifocais afetam a percepção de profundidade e dificultam tarefas como descer uma escada ou desviar-se de um buraco; uma solução é trocá-los por dois óculos, um para caminhar e outro para ler
7. Cuide bem dos pés: calosidades impedem o contato com o solo
8. Escolha um tênis com sistema de absorção de impacto e solado antiderrapante; com o envelhecimento, há uma diminuição na camada de gordura na planta do pé, o que deixa o idoso mais sujeito ao impacto do solo e ao desenvolvimento de inflamações
9. Mantenha sob controle doenças metabólicas ou vasculares; o diabetes, por exemplo, pode afetar o labirinto (responsável pelo equilíbrio) e alterar a sensibilidade e o funcionamento motor dos membros inferiores
10. Não compre uma bengala sem orientação profissional; a escolha do modelo precisa considerar altura, presença ou não de artrose, entre outros aspectos; repare sempre se a borracha da ponta não está desgastada, o que diminuiria sua característica antiderrapante
Pesquisar este blog
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário